TSE determinou que PSDB devolva R$ 1,1 milhão

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou com ressalvas as contas do PSDB e do PMDB, referentes ao ano de 2010, devido à aplicação irregular dos recursos do Fundo Partidário; determinou que o PSDB devolva ao erário cerca de R$ 1,1 milhão; na época, o partido era presidido pelo senador Sérgio Guerra, falecido em 2014; também aprovou com ressalvas as contas do PMDB em 2010, então presidido pelo vice-presidente da República, Michel Temer; o partido aplicou 6,37% dos recursos recebidos do Fundo Partidário irregularmente

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou com ressalvas as contas do PSDB e do PMDB, referentes ao ano de 2010, devido à aplicação irregular dos recursos do Fundo Partidário; determinou que o PSDB devolva ao erário cerca de R$ 1,1 milhão; na época, o partido era presidido pelo senador Sérgio Guerra, falecido em 2014; também aprovou com ressalvas as contas do PMDB em 2010, então presidido pelo vice-presidente da República, Michel Temer; o partido aplicou 6,37% dos recursos recebidos do Fundo Partidário irregularmente
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou com ressalvas as contas do PSDB e do PMDB, referentes ao ano de 2010, devido à aplicação irregular dos recursos do Fundo Partidário; determinou que o PSDB devolva ao erário cerca de R$ 1,1 milhão; na época, o partido era presidido pelo senador Sérgio Guerra, falecido em 2014; também aprovou com ressalvas as contas do PMDB em 2010, então presidido pelo vice-presidente da República, Michel Temer; o partido aplicou 6,37% dos recursos recebidos do Fundo Partidário irregularmente (Foto: Roberta Namour)
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André Richter – Repórter da Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou ontem (26) com ressalvas as contas partidárias dos diretórios nacionais do PSDB e do PMDB, referentes ao ano de 2010, devido à aplicação irregular dos recursos do Fundo Partidário.

O TSE determinou que o PSDB devolva ao erário cerca de R$ 1,1 milhão. Na decisão, ficou consignado que o partido poderá parcelar o pagamento em seis vezes, a partir de janeiro do ano que vem. Cabe recurso da decisão. Na época, o partido era presidido pelo senador Sérgio Guerra, falecido em 2014.

No processo, a Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias, setor do TSE responsável pela análise das contas apresentadas por candidatos e partidos, opinou pela desaprovação das contas. Em um parecer complementar, o órgão pediu que os dados fossem encaminhados ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para investigação "de possíveis crimes, tais como lavagem de dinheiro, corrupção, falsidade de documentos, entre outros que julgar cabíveis". Apesar do pedido, os supostos crimes não foram levados em conta no parecer conclusivo pela desaprovação.

O tribunal também aprovou com ressalvas as contas do diretório nacional do PMDB em 2010, então presidido pelo vice-presidente da República, Michel Temer. De acordo com a ministra Luciana Lóssio, relatora da prestação, o partido aplicou 6,37% dos recursos recebidos do Fundo Partidário irregularmente.

Na mesma sessão, o TSE analisou as contas de 11 partidos. Foram aprovadas com ressalvas as contas referentes a 2010 do PCdoB, PSB, PSDC, PV, PR, PSDB, PTN e PMDB. O PRTB, o PMN e o PDT tiveram as contas desaprovadas.

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