UnB tem primeira aula do curso sobre o golpe

Na primeira aula sobre o golpe de 2016 na Universidade de Brasília (UnB), que aconteceu nesta segunda-feira (5), o professor Luís Felipe Miguel, titular do Instituto de Ciência Política, reafirmou que o impeachment de Dilma Rousseff foi “golpe”; pelo menos 13 universidades já anunciaram disciplinas sobre o “golpe de 2016”; a Comissão de Ética da Presidência abriu processo ético contra o ministro da Educação, Mendonça Filho, após ter dito que recorreria contra o curso

Na primeira aula sobre o golpe de 2016 na Universidade de Brasília (UnB), que aconteceu nesta segunda-feira (5), o professor Luís Felipe Miguel, titular do Instituto de Ciência Política, reafirmou que o impeachment de Dilma Rousseff foi “golpe”; pelo menos 13 universidades já anunciaram disciplinas sobre o “golpe de 2016”; a Comissão de Ética da Presidência abriu processo ético contra o ministro da Educação, Mendonça Filho, após ter dito que recorreria contra o curso
Na primeira aula sobre o golpe de 2016 na Universidade de Brasília (UnB), que aconteceu nesta segunda-feira (5), o professor Luís Felipe Miguel, titular do Instituto de Ciência Política, reafirmou que o impeachment de Dilma Rousseff foi “golpe”; pelo menos 13 universidades já anunciaram disciplinas sobre o “golpe de 2016”; a Comissão de Ética da Presidência abriu processo ético contra o ministro da Educação, Mendonça Filho, após ter dito que recorreria contra o curso (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Na primeira aula sobre o golpe de 2016 na Universidade de Brasília (UnB), que aconteceu nesta segunda-feira (5), o professor Luís Felipe Miguel, titular do Instituto de Ciência Política, reafirmou que o impeachment de Dilma Rousseff foi “golpe”.

Ao contrário do que ocorre na maior parte das aulas da UnB, o professor proibiu a presença de alunos ouvintes. Não houve tumultos nem protesto, apesar da presença de seguranças da universidade no Instituto de Ciência Política.

Miguel também anunciou que não permitiria o uso de equipamentos eletrônicos e dispositivos com conexão à internet, mas ele disse que vai gravar as aulas. “Não será admitida a gravação da aula. Eu estou gravando a aula. Não será divulgada essa gravação”, afirmou. Os relatos foram publicados no site Poder 360.

“O programa da disciplina estava aberta ao público e já saiu 1 monte de barbaridades sobre o que teria neste curso. Eu quero ter proteção caso tenha a divulgação de uma informação mentirosa, frases descontextualizadas”, afirmou.

Pelo menos 13 universidades já anunciaram disciplinas sobre o “golpe de 2016”. A Comissão de Ética da Presidência abriu processo ético contra o ministro da Educação, Mendonça Filho, depois que ele anunciou que recorreria contra o curso. “Se acontece algo ilegal e deixamos de dizer que foi ilegal, estamos fazendo transparecer que foi legal”, disse Luis Felipe Miguel, defendendo o termo “golpe”.

 

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