(Vídeo) Extremistas presos no DF defendiam rolha no ânus para evitar coronavírus

Advogado Rodrigo Ferreira pede "a obrigatoriedade do uso de rolha no ânus" para as pessoas. "Esse vírus também se transmite pelo peido, a flatulência", disse. Ele defende Célio Evangelista Ferreira do Nascimento, 79 anos, e Rodrigo Ferreira, 40, que se autoproclamam presidente Constituinte da República e vice-Presidente Constituinte da República, respectivamente

Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - Em vídeo divulgado nas redes sociais, Célio Evangelista Ferreira do Nascimento, 79 anos, e Rodrigo Ferreira, 40, citam um ofício produzido pelo grupo, chamado por eles de "comando da intervenção" e, supostamente, enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, eles solicitam aquisição de rolhas pelo governo como uma das medidas de combate ao coronavírus. 

Os dois foram presos nessa quinta-feira (21) no residencial de luxo Lake Side, localizado às margens do Lago Paranoá, em operação conjunta da Polícia Civil (PCDF) e do Ministério Público do DF (MPDFT). Foram divulgadas mensagens ameaçando matar políticos e magistrados do DF. O relato da prisão foi publicado pelo site Metrópoles

Na gravação, publicada no canal da dupla no YouTube, o advogado Rodrigo Ferreira pede que "se estabeleça a obrigatoriedade do uso de rolha no ânus para todas as pessoas". O homem dá uma explicação para a regra.

"Os propaladores da pandemia informam que o coronavírus se propaga pelas gotículas do espirro, da tosse e da respiração. Logo, é obvio, que esse vírus também se transmite pelo peido, a flatulência. Seja decreto determinativo o uso da rolha no ânus com multa de R$ 500 para a primeira notificação e R$ 1 mil para a reincidência", detalhou Ferreira. 

"No caso de persistir a conduta da pessoa em impedir de 'rolhar o ânus' seja o infrator preso e condenado a quarentena perpétua na 'ilha das cobras', junto com a bandidagem terrorista que o órgão executor do estado de sítio eliminará", complementou.

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247. Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247