Vital do Rêgo prevê surpresas na investigação da CPI

Presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI mista) da Petrobras, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) diz que há muita coisa para ser esclarecida com relação aos quatro eixos das CPIs: compra da refinaria de Pasadena, indícios de pagamento de propina a funcionários da estatal pela companhia holandesa SBM Offshore, denúncias de plataformas lançadas ao mar sem equipamentos de segurança e indícios de superfaturamento na construção de refinarias

Presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI mista) da Petrobras, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) diz que há muita coisa para ser esclarecida com relação aos quatro eixos das CPIs: compra da refinaria de Pasadena, indícios de pagamento de propina a funcionários da estatal pela companhia holandesa SBM Offshore, denúncias de plataformas lançadas ao mar sem equipamentos de segurança e indícios de superfaturamento na construção de refinarias
Presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI mista) da Petrobras, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) diz que há muita coisa para ser esclarecida com relação aos quatro eixos das CPIs: compra da refinaria de Pasadena, indícios de pagamento de propina a funcionários da estatal pela companhia holandesa SBM Offshore, denúncias de plataformas lançadas ao mar sem equipamentos de segurança e indícios de superfaturamento na construção de refinarias (Foto: Roberta Namour)

247 – Presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI mista) da Petrobras, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) prevê "surpresas" na "farta documentação" aguardada sobre o caso.

Segundo ele, há muita coisa para ser esclarecida com relação aos quatro eixos das CPIs [compra da refinaria de Pasadena, indícios de pagamento de propina a funcionários da estatal pela companhia holandesa SBM Offshore, denúncias de plataformas lançadas ao mar sem equipamentos de segurança e indícios de superfaturamento na construção de refinarias].

Quanto aos embates entre a oposição e o governo nas apurações, reconhece que CPI é sempre política: “Agora, ser político-eleitoral passa a ser um agravante. Mas eu tenho confiança. Já diziam colegas mais antigos que você sabe como uma CPI começa e não imagina como terminará”, afirma.

Leia aqui a matéria de Raquel Ulhôa sobre o assunto.

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