Zavascki mostrou fatos 'chocantes' para prisão de Delcídio

Segundo a colunista Mônica Bergamo, ministros da turma de Teori Zavascki, formada por Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia, chegaram à reunião de emergência resistindo à medida; os fatos mostrados por Zavascki, no entanto, eram "tão chocantes", nas palavras de um dos magistrados, que todos, por unanimidade, concordaram que a prisão era inevitável

Segundo a colunista Mônica Bergamo, ministros da turma de Teori Zavascki, formada por Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia, chegaram à reunião de emergência resistindo à medida; os fatos mostrados por Zavascki, no entanto, eram "tão chocantes", nas palavras de um dos magistrados, que todos, por unanimidade, concordaram que a prisão era inevitável
Segundo a colunista Mônica Bergamo, ministros da turma de Teori Zavascki, formada por Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia, chegaram à reunião de emergência resistindo à medida; os fatos mostrados por Zavascki, no entanto, eram "tão chocantes", nas palavras de um dos magistrados, que todos, por unanimidade, concordaram que a prisão era inevitável (Foto: Roberta Namour)

247 – Na reunião de emergência para informar o colegiado sobre a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), o ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), buscou obter apoio antecipado para medida considerada excepcional e extrema.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, ministros da turma de Teori, formada por Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia, chegaram à reunião resistindo à medida. Os fatos mostrados por Zavascki, no entanto, eram "tão chocantes", nas palavras de um dos magistrados, que todos, por unanimidade, concordaram que a prisão era inevitável.

Zavascki, que costuma dizer que o "o pior ainda está por ser revelado", homologou há alguns dias a delação premiada de Nestor Cerveró.

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