Balança Comercial do MA apresenta superávit

A balança comercial do Maranhão segue em trajetória semelhante à balança comercial nacional, calculando o saldo de US$ 107 milhões no mês de setembro, marcando o quarto mês consecutivo de superavit em 2015, no acumulado desse período US$ 477,6 milhões; os resultados são decorrentes da diminuição do valor das importações de Combustíveis e Lubrificantes, principal componente da pauta maranhense, em consequência da redução do preço do petróleo no mercado internacional; os dados foram publicados pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC)

A balança comercial do Maranhão segue em trajetória semelhante à balança comercial nacional, calculando o saldo de US$ 107 milhões no mês de setembro, marcando o quarto mês consecutivo de superavit em 2015, no acumulado desse período US$ 477,6 milhões; os resultados são decorrentes da diminuição do valor das importações de Combustíveis e Lubrificantes, principal componente da pauta maranhense, em consequência da redução do preço do petróleo no mercado internacional; os dados foram publicados pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC)
A balança comercial do Maranhão segue em trajetória semelhante à balança comercial nacional, calculando o saldo de US$ 107 milhões no mês de setembro, marcando o quarto mês consecutivo de superavit em 2015, no acumulado desse período US$ 477,6 milhões; os resultados são decorrentes da diminuição do valor das importações de Combustíveis e Lubrificantes, principal componente da pauta maranhense, em consequência da redução do preço do petróleo no mercado internacional; os dados foram publicados pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC) (Foto: Leonardo Lucena)
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Maranhão 247 - A balança comercial do Maranhão segue em trajetória semelhante à balança comercial nacional, calculando o saldo de US$ 107 milhões no mês de setembro, marcando o quarto mês consecutivo de superavit em 2015, no acumulado desse período US$ 477,6 milhões. Os resultados positivos, nesse ano, são decorrentes da diminuição do valor das importações de Combustíveis e Lubrificantes, principal componente da pauta maranhense, em consequência da redução do preço do petróleo no mercado internacional. Os dados foram publicados pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC).

É a primeira Nota Mensal de Conjuntura Econômica sobre a Balança Comercial do Estado, que busca fazer uma discussão do resultado da Balança Comercial maranhense, a partir dos dados coletados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio Exterior (MDIC), Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, tendo como referência o cenário nacional, internacional e o preço das commodities.

Na análise apresentada pelo IMESC, comparando o acumulado de janeiro a setembro de 2015 com o do ano anterior, o saldo da balança comercial do Estado apresentou crescimento de US$ 2.404 milhões. Essa melhora ocorreu devido à redução das importações, como ocorre no cenário nacional, e também pelo aumento das exportações, principalmente das commodities alumina calcinada e pasta de celulose.

O grau de concentração das exportações maranhenses, por produtos e por destino, mantém-se elevado. No valor das exportações, o Complexo de Alumínio foi responsável por 839,6 milhões das exportações (+23,8%); o Complexo de Soja por US$666,9 milhões (+37,6%) e o Complexo de Celulose foi responsável por US$510 milhões (+145,6%). Juntos, no acumulado janeiro a setembro deste ano, esses produtos somam US$ 2.237,7 milhões, ou seja, são responsáveis por 92,3% do valor das exportações.

A análise completa encontra-se disponível no site do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos. Acesse este link para ver a publicação

Balança Comercial

A balança comercial resulta da agregação da balança de bens e de serviços, ambas componentes da balança corrente. Registra, portanto, as importações e as exportações de bens e serviços entre os países.

Existem diversos fatores que podem afetar a balança comercial, são eles: os custos logísticos para enviar os produtos de um país para o outro; as políticas adotadas por cada país em relação ao comercio internacional; a renda dos habitantes dos países envolvidos, bem como o gosto e as preferências destes mesmos habitantes; a taxa de câmbio utilizada para as pessoas comprarem moeda estrangeira e o preço dos produtos e serviços no exterior e no país.

*Com informações do governo estadual

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