Delator diz que obras de Itaqui envolveram Caixa 2 para João Castelo, do PSDB

Em depoimento na operação Lava Jato, o delator Raymundo Santos Filho, ex-executivo que atuava em operações da Odebrecht nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, revelou que as obras de expansão do Porto do Itaqui envolveram o pagamento de Caixa 2 ao então deputado federal e presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), João Castelo (PSDB), morto em dezembro de 2016; segundo Raimundo, na época houve combinação de preços entre as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Serverg

Em depoimento na operação Lava Jato, o delator Raymundo Santos Filho, ex-executivo que atuava em operações da Odebrecht nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, revelou que as obras de expansão do Porto do Itaqui envolveram o pagamento de Caixa 2 ao então deputado federal e presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), João Castelo (PSDB), morto em dezembro de 2016; segundo Raimundo, na época houve combinação de preços entre as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Serverg
Em depoimento na operação Lava Jato, o delator Raymundo Santos Filho, ex-executivo que atuava em operações da Odebrecht nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, revelou que as obras de expansão do Porto do Itaqui envolveram o pagamento de Caixa 2 ao então deputado federal e presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), João Castelo (PSDB), morto em dezembro de 2016; segundo Raimundo, na época houve combinação de preços entre as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Serverg (Foto: Leonardo Lucena)

Blog Marrapá - Em depoimento na operação Lava Jato, o delator Raymundo Santos Filho, ex-executivo que atuava em operações da Odebrecht nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, revelou que as obras de expansão do Porto do Itaqui envolveram o pagamento de Caixa 2 ao então deputado federal e presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), João Castelo (PSDB), morto em dezembro de 2016.

Segundo Raimundo, na época houve combinação de preços entre as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Serverg. Em 2008, Castelo (PSDB) pediu dinheiro ao consórcio da Odebrecht e Andrade para financiar sua campanha para à prefeitura de São Luís, da qual ele saiu eleito. De acordo Raymundo Santos Filho, R$ 200 mil foram repassados a João Castelo em julho de 2008.

A entrega do dinheiro foi feita na residência do ex-executivo da Andrade Gutierrez, Marco Antônio de Castro, a ex-deputada estadual Gardênia Castelo. O pagamento do caixa 2 era uma contrapartida dada a João Castelo , que teria atuado em Brasília para destravar pagamentos das obras, os quais estavam atrasados pelo governo federal.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247