Dino sobre caso Marielle: “ainda há juízes, promotores e policiais que não se intimidarão”

De acordo com o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), “a possibilidade de avançarem as investigações sobre o brutal assassinato da vereadora Marielle gerou uma inacreditável sequência de desvarios políticos e jurídicos. Creio que ainda há juízes, promotores e policiais que não se intimidarão nem se curvarão a ameaças e fraudes”

247 - O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou, nesta quinta-feira (31), acreditar “que ainda há juízes, promotores e policiais que não se intimidarão nem se curvarão a ameaças e fraudes”. O chefe do Executivo fez referência às últimas repercussões sobre o assassinato da ex-vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL-RJ), morta a tiros em março do ano passado pelo crime organizado. 

“A possibilidade de avançarem as investigações sobre o brutal assassinato da vereadora Marielle gerou uma inacreditável sequência de desvarios políticos e jurídicos. Creio que ainda há juízes, promotores e policiais que não se intimidarão nem se curvarão a ameaças e fraudes”, escreveu o governador no Twitter.

De acordo com revelações feita pelo Jornal Nacional, porteiro do condomínio mora Jair Bolsonaro, no Rio, afirmou à polícia que, horas antes do assassinato, em 14 de março de 2018, o Élcio de Queiroz, um dos suspeitos do crime, entrou no local e disse que iria para a casa do então deputado. Os registros de presença da Câmara dos Deputados mostram que o então parlamentar estava em Brasília no dia.

O condomínio é o mesmo onde vivia o policial militar reformado Ronnie Lessa. Ele é apontado pelo Ministério Público (MP-RJ) e pela Polícia Civil como o autor dos disparos que mataram Marielle e Anderson.

O MP-RJ afirmou que o porteiro mentiu no depoimento. Um dia após a reportagem, o JN reproduziu a versão oficial do órgão, do Ministério da Justiça e da família Bolsonaro. 

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