Dino vai a Brasília se articular contra o golpe

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), foi à capital federal tentar convencer os deputados federais que atual pelo estado a votarem contra o impeachment da presidente Dilma; além de reforçar sua posição, de que "não há causa constitucional legítima" para a renúncia da petista, ele comentou as consequências de um eventual impeachment; "Há quem pense que no outro dia seria possível repactuar a nação. Na verdade aconteceria o acirramento de ânimos, polarização política, impossibilidade absoluta de qualquer tipo de diálogo", afirmou

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), foi à capital federal tentar convencer os deputados federais que atual pelo estado a votarem contra o impeachment da presidente Dilma; além de reforçar sua posição, de que "não há causa constitucional legítima" para a renúncia da petista, ele comentou as consequências de um eventual impeachment; "Há quem pense que no outro dia seria possível repactuar a nação. Na verdade aconteceria o acirramento de ânimos, polarização política, impossibilidade absoluta de qualquer tipo de diálogo", afirmou
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), foi à capital federal tentar convencer os deputados federais que atual pelo estado a votarem contra o impeachment da presidente Dilma; além de reforçar sua posição, de que "não há causa constitucional legítima" para a renúncia da petista, ele comentou as consequências de um eventual impeachment; "Há quem pense que no outro dia seria possível repactuar a nação. Na verdade aconteceria o acirramento de ânimos, polarização política, impossibilidade absoluta de qualquer tipo de diálogo", afirmou (Foto: Leonardo Lucena)
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Maranhão 247 - O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), foi a Brasília (DF) tentar convencer os deputados federais que atual pelo estado a votarem contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Além de reforçar sua posição, de que "não há causa constitucional legítima" para a renúncia da petista, ele comentou as consequências de um eventual impeachment.

"Há quem pense que no outro dia seria possível repactuar a nação. Na verdade aconteceria o acirramento de ânimos, polarização política, impossibilidade absoluta de qualquer tipo de diálogo", afirmou ele.

Questiona sobre como ficaria a relação do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), com os governadores estaduais, caso o impeachment seja aprovado, Flávio Dino afirmou ser "mais fácil repactuar relações políticas, institucionais a partir do respeito à Constituição do que após a violência institucional".

Confira a breve entrevista dele ao Congresso em Foco: 

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