Empregos: Maranhão tem saldo negativo em março

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que o Maranhão fechou o mês de março de 2016 com um saldo negativo de vagas de emprego, com déficit de 2,3 mil; no período, foram contratados 12,18 mil trabalhadores. Já as demissões somaram 14,49 mil; desempenho ruim teve maior impacto no setor da construção civil, com a perda de 1,57 mil postos de trabalho, seguido pela agropecuária, com 252 demissões

RIO DE JANEIRO, RJ, 18.10.2013: FEIRÃO/EMPREGO/RJ - Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH) realiza feirão de emprego no Largo da Carioca. Eles fazem carteira de trabalho e encaminham candidatos para postos de trabalho. (Foto: E
RIO DE JANEIRO, RJ, 18.10.2013: FEIRÃO/EMPREGO/RJ - Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH) realiza feirão de emprego no Largo da Carioca. Eles fazem carteira de trabalho e encaminham candidatos para postos de trabalho. (Foto: E (Foto: José Barbacena)
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Maranhão 247 - Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados na sexta-feira (22), pelo Ministério do Trabalho e Previdências Social (MTPS), mostram que o Maranhão fechou o mês de março de 2016 com um saldo negativo de vagas de emprego, com déficit de 2,3 mil. No período, foram contratados 12,18 mil trabalhadores. Já as demissões somaram 14,49 mil.

O desempenho ruim teve maior impacto no setor da construção civil, com a perda de 1,57 mil postos de trabalho; seguido pela agropecuária, com 252 demissões. Na administração pública, no entanto, saldo positivo: 39 vagas de emprego foram criadas.
Nos três primeiros meses de 2016, o Maranhão registrou perda de 11,04 mil postos de trabalho (-2,31%). No período, as contratações somaram 34,84 mil postos, mas com 45,88 mil demissões.

No acumulado dos últimos 12 meses, houve redução de 4,21% no nível de emprego, com 20,51 mil postos de trabalho perdidos, saldo de 185,90 mil contratações contra 206,42 mil demissões.

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