Flávio Dino: ‘a esquerda, impulsionada pela força do lulismo, irá ao 2º turno’

O governador do Maranhão, Flávio Dino, avalia que "a esquerda, impulsionada pela força enorme do lulismo, terá seu representante no 2º turno"; "Caberá a Geraldo Alckmin lutar com o fascismo para tentar a outra vaga no 2º turno. E hoje o fascismo é favorito, infelizmente", disse; ex-presidente da Associação dos Juízes Federais, Dino afirma que "um dos absurdos dessa situação é que, com a divisão quanto à interpretação sobre a presunção de inocência, mesmo com Lula preso, outros condenados em 2ª instância seguirão soltos, por força de liminares ou falta de vontade de prendê-los"

O governador do Maranhão, Flávio Dino, avalia que "a esquerda, impulsionada pela força enorme do lulismo, terá seu representante no 2º turno"; "Caberá a Geraldo Alckmin lutar com o fascismo para tentar a outra vaga no 2º turno. E hoje o fascismo é favorito, infelizmente", disse; ex-presidente da Associação dos Juízes Federais, Dino afirma que "um dos absurdos dessa situação é que, com a divisão quanto à interpretação sobre a presunção de inocência, mesmo com Lula preso, outros condenados em 2ª instância seguirão soltos, por força de liminares ou falta de vontade de prendê-los"
O governador do Maranhão, Flávio Dino, avalia que "a esquerda, impulsionada pela força enorme do lulismo, terá seu representante no 2º turno"; "Caberá a Geraldo Alckmin lutar com o fascismo para tentar a outra vaga no 2º turno. E hoje o fascismo é favorito, infelizmente", disse; ex-presidente da Associação dos Juízes Federais, Dino afirma que "um dos absurdos dessa situação é que, com a divisão quanto à interpretação sobre a presunção de inocência, mesmo com Lula preso, outros condenados em 2ª instância seguirão soltos, por força de liminares ou falta de vontade de prendê-los" (Foto: Leonardo Lucena)

Maranhão 247 - O governador do Maranhão, Flávio Dino, avalia que "a esquerda, impulsionada pela força enorme do lulismo, terá seu representante no 2º turno". "Caberá a Geraldo Alckmin lutar com o fascismo para tentar a outra vaga no 2º turno. E hoje o fascismo é favorito, infelizmente", disse ele no Twitter.

Ex-presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Dino afirma que "um dos absurdos dessa situação é que, com a divisão quanto à interpretação sobre a presunção de inocência, mesmo com Lula preso outros condenados em 2ª instância seguirão soltos, por força de liminares ou falta de vontade de prendê-los".

"Teremos outras contradições. Por exemplo, a "flexibilização" quanto ao significado de "trânsito em julgado" valerá para a perda de cargo de juízes e promotores vitalícios ? Estes perderão o cargo na 2ª instância?", questiona.

Segundo o governador, "uma Nação só subsiste e se desenvolve com base em uma narrativa em comum e em um pacto sobre regras do jogo aceitas por todos. Se não há isonomia nas regras e na sua interpretação, é impossível manter a governabilidade na Nação". "Esse é o principal desastre político da hora presente: ao ser tão abertamente anti-isonômico, o sistema de Justiça joga lenha na fogueira da polarização sem fim na Nação", continua.

"Vamos assistir a emergência dessa polarização aberta e dura nas eleições presidenciais de outubro, em que o 'centro democrático', tão essencial em outros momentos históricos, será pulverizado. Saudades de Ulysses Guimarães e Mário Covas", acrescenta.

 

 

 

 

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