Flávio Dino defende ampliar alianças contra extrema direita: “é preciso criar as condições para ganhar”

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), defende em entrevista à TV 247 que “as diferenças sejam colocadas em segundo plano” e que é preciso haver uma grande união para derrotar os setores mais reacionários para vencer as eleições de 2022

Flávio Dino
Flávio Dino (Foto: Brasil247)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), defendeu a ampliação das alianças para derrotar a extrema direita nas eleições, em entrevista à TV 247. Fazendo uma alusão ao artigo que escreveu ao jornal O Globo sobre Nelson Mandela (que foi preso político do Apartheid na África do Sul e, em seguida, presidente do país), Dino afirmou que, assim como no momento em que o africano saiu da cadeia, é preciso haver uma grande união para derrotar os setores mais reacionários.

Para ele, se a extrema direita ganhar as eleições, o “risco [à democracia] é imenso, maior do que já estamos vivendo”. Ele lembrou que Jair Bolsonaro, “neste ano de 2020, pôs em marcha uma estratégia golpista” contras instituições, “que foi derrotada”, e que “o que impediu que ele avançasse foi uma frente ampla democrática”.

Por isso Dino defendeu que “as diferenças sejam colocadas em segundo plano”, pois será preciso “criar as condições para disputar e ganhar as eleições de 2022”. 

Desta forma, quando questionado sobre a criação de uma frente progressista pela anulação dos processos contra o ex-presidente Lula, Dino diz que, em uma frente, “a concordância não é de 100%”. “Para manter o relacionamento”, precisa “ter algum de modulação”. “A política é assim”, disse ele. “Se por acaso na aprovação do Fundeb tivesse ficado apenas os que defendem ‘Lula livre’, nós teríamos perdido”, argumentou.

Assista o programa na íntegra e se inscreva na TV 247:

 

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247. Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247