Governo investiga irregularidade com R$ 10 mi na gestão Roseana

O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), Marcelo Coelho, reuniu-se com representantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Commam) de Imperatriz, para tratar de possível irregularidade na aplicação de recursos de compensação ambiental o governo Roseana Sarney; ao todo, R$ 10,2 milhões que deveria ser investido em Imperatriz, a partir de compensação ambiental da Suzano Papel e Celulose, foram direcionados ao Parque Estadual do Mirador

O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), Marcelo Coelho, reuniu-se com representantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Commam) de Imperatriz, para tratar de possível irregularidade na aplicação de recursos de compensação ambiental o governo Roseana Sarney; ao todo, R$ 10,2 milhões que deveria ser investido em Imperatriz, a partir de compensação ambiental da Suzano Papel e Celulose, foram direcionados ao Parque Estadual do Mirador
O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), Marcelo Coelho, reuniu-se com representantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Commam) de Imperatriz, para tratar de possível irregularidade na aplicação de recursos de compensação ambiental o governo Roseana Sarney; ao todo, R$ 10,2 milhões que deveria ser investido em Imperatriz, a partir de compensação ambiental da Suzano Papel e Celulose, foram direcionados ao Parque Estadual do Mirador (Foto: Leonardo Lucena)

Maranhão 247 - O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), Marcelo Coelho, reuniu-se com representantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Commam) de Imperatriz, para tratar de possível irregularidade na aplicação de recursos de compensação ambiental o governo Roseana Sarney. Ao todo, R$ 10,2 milhões que deveria ser investido em Imperatriz, a partir de compensação ambiental da Suzano Papel e Celulose, foram direcionados ao Parque Estadual do Mirador.

Durante a reunião, Coelho disse que acionou o setor jurídico do órgão para verificar a situação do recurso e devolução para investimento de acordo com a legislação. Segundo o jornal Maranhão da Gente, o caso também está sendo investigado pela Promotoria Especializada em Meio Ambiente.

O promotor Jadilson Cirqueira reforçou uma lei federal estabelece que todos os recursos de compensação ambiental devam ser aplicados na área que sofreu o impacto ambiental. No caso da Suzano, os impactos ocorreram em Imperatriz, após a instalação da fábrica e a captação de água do Rio Tocantins; e em municípios vizinhos com a plantação de eucalipto.

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