Marília Arraes e Liana Cirne entram com notícia crime contra Sara Winter

A denúncia foi apresentada à Promotoria de Justiça da Infância e Juventude do Distrito Federal, que deverá abrir investigação sobre o caso. Ativista extremista divulgou dados da criança que foi estuprada pelo tio

Marília Arraes, Sara Winter e Liana Cirne Lins
Marília Arraes, Sara Winter e Liana Cirne Lins (Foto: Najara Araújo/Câmara dos Deputados | Divulgação)
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247 - A deputada federal e advogada Marília Arraes e a professora de Direito da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e também advogada Liana Cirne, entraram, na noite de ontem, com notícia crime contra a extremista Sara Giromini pela divulgação ilegal de dados sigilosos da criança de 10 anos vítima de estupro que, por determinação da Justiça, precisou interromper a gestação. A informação é do blog do Magno Martins. 

Segundo o jornalista, a denúncia foi apresentada à Promotoria de Justiça da Infância e Juventude do Distrito Federal, que deverá abrir investigação sobre o caso, levando à prisão de Sara Giromini, conhecida como Sara Winter.

O documento assinado por Marília e Liana, acrescenta o jornalista, argumenta que ao divulgar em suas redes sociais o nome da criança e o endereço do hospital no Recife em que ela estava sendo atendida, Sara Giromini incentivou que pessoas ligadas a grupos fundamentalistas se dirigissem ao Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (CISAM) para impedir a realização do procedimento, ameaçando invadir o local e gritando ofensas à equipe médica e até à criança, que passou a ser chamada de “assassina”.

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