"Se Lula for condenado, o lulismo não será", diz Flávio Dino

O que vai acontecer em 2018 se o ex-presidente Lula for condenado em segunda instância? Poucos se arriscam a fazer uma previsão, mas o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), dá uma resposta: “Se o Lula for condenado, o lulismo não será”; ele afirma que "o lulismo, o progressismo e o socialismo são vencedores no coração do povo” e prevê que a esquerda vai ganhar as eleições de 2018; “Há um sentimento que vai se acendendo no povo, que é de rejeição de um caminho e de afirmação de outro caminho. O nosso principal desafio é definir um caminho que não seja apenas o de rejeição ao governo Temer”

O que vai acontecer em 2018 se o ex-presidente Lula for condenado em segunda instância? Poucos se arriscam a fazer uma previsão, mas o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), dá uma resposta: “Se o Lula for condenado, o lulismo não será”; ele afirma que "o lulismo, o progressismo e o socialismo são vencedores no coração do povo” e prevê que a esquerda vai ganhar as eleições de 2018; “Há um sentimento que vai se acendendo no povo, que é de rejeição de um caminho e de afirmação de outro caminho. O nosso principal desafio é definir um caminho que não seja apenas o de rejeição ao governo Temer”
O que vai acontecer em 2018 se o ex-presidente Lula for condenado em segunda instância? Poucos se arriscam a fazer uma previsão, mas o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), dá uma resposta: “Se o Lula for condenado, o lulismo não será”; ele afirma que "o lulismo, o progressismo e o socialismo são vencedores no coração do povo” e prevê que a esquerda vai ganhar as eleições de 2018; “Há um sentimento que vai se acendendo no povo, que é de rejeição de um caminho e de afirmação de outro caminho. O nosso principal desafio é definir um caminho que não seja apenas o de rejeição ao governo Temer” (Foto: Leonardo Attuch)

Maranhão 247 – O que vai acontecer em 2018 se o ex-presidente Lula for condenado em segunda instância? Poucos se arriscam a fazer uma previsão, mas o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), dá uma resposta: “Se o Lula for condenado, o lulismo não será”.

Durante participação no seminário “Os desafios da Comunicação nas Administrações Públicas”, organizado em São Luís (MA) pelo centro de estudos Barão de Itararé, Dino afirmou que o legado do petista “é tão grande que é maior que o próprio Lula”.

“Mesmo que o Lula seja condenado, o lulismo, o progressismo e o socialismo são vencedores no coração do povo”, afirmou o governador, prevendo que a esquerda vai ganhar as eleições de 2018.

Mas Dino alertou que não basta à esquerda empunhar a bandeira contra o presidente Michel Temer. “Há um sentimento que vai se acendendo no povo, que é de rejeição de um caminho e de afirmação de outro caminho. O nosso principal desafio é definir um caminho que não seja apenas o de rejeição ao governo Temer”.

Também presente no seminário, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) concordou que a forte rejeição à esquerda verificada desde 2015 tem refluído nesta crise político-econômica. “Veja os índices de rejeição daqueles que estavam lutando pelo golpe. São maiores do que os experimentados na fase terminal do governo anterior [de Dilma Rousseff].”

Ele igualmente ressaltou a importância de a esquerda construir um programa e uma plataforma para o ano que vem.

Haddad disse ainda que é preciso colocar a questão da comunicação “na ordem do dia” e mostrar que, na era petista, “o pobre finalmente ganhou expressão no orçamento público”. Ele deu como exemplo os fortes investimentos na educação pública quando era ministro da Educação.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247