ABI condena agressões a repórteres em ato no Rio

Segundo a Associação Brasileira de Imprensa, as agressões representam uma "grave ameaça à liberdade de imprensa e ao livre acesso à informação, assegurados pela legislação em vigor"; o repórter da TV Globo Caco Barcellos foi perseguido e chegou a ser atingido na cabeça por uma garrafa de água e um cone de trânsito por manifestantes que o chamavam de "golpista"; antes disso, outro repórter havia sido agredido com um pontapé e perdeu os óculos

Segundo a Associação Brasileira de Imprensa, as agressões representam uma "grave ameaça à liberdade de imprensa e ao livre acesso à informação, assegurados pela legislação em vigor"; o repórter da TV Globo Caco Barcellos foi perseguido e chegou a ser atingido na cabeça por uma garrafa de água e um cone de trânsito por manifestantes que o chamavam de "golpista"; antes disso, outro repórter havia sido agredido com um pontapé e perdeu os óculos
Segundo a Associação Brasileira de Imprensa, as agressões representam uma "grave ameaça à liberdade de imprensa e ao livre acesso à informação, assegurados pela legislação em vigor"; o repórter da TV Globo Caco Barcellos foi perseguido e chegou a ser atingido na cabeça por uma garrafa de água e um cone de trânsito por manifestantes que o chamavam de "golpista"; antes disso, outro repórter havia sido agredido com um pontapé e perdeu os óculos (Foto: Gisele Federicce)

Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) divulgou uma nota nesta quarta-feira (16) condenando as agressões cometidas por manifestantes contra repórteres, durante protesto de servidores públicos em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Segundo a ABI, as agressões representam uma "grave ameaça à liberdade de imprensa e ao livre acesso à informação, assegurados pela legislação em vigor. Atos dessa natureza são inaceitáveis em um Estado Democrático de Direito".

De acordo com a nota, o repórter da TV Globo, Caco Barcellos, foi perseguido por algumas pessoas e chegou a ser atingido na cabeça por uma garrafa de água e um cone de trânsito. Antes disso, outro repórter havia sido agredido com um pontapé e perdeu os óculos ao escapar do grupo que o perseguia.

"A ABI espera que esses episódios de violência não se repitam diante da péssima repercussão que sempre produzem na imagem do país, onde o jornalismo no Brasil é visto, no exterior, como uma atividade de risco. A história tem mostrado como manifestações de intolerância política contra órgãos de imprensa costumam sempre terminar", encerra a nota.

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