Acorrentado e algemado, Cabral é levado ao IML de Curitiba

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB) foi levado ao Instituto Médico-Legal de Curitiba nesta sexta-feira (19), acorrentado nos pés e algemado nas mãos; Cabral foi examinado antes de ser transferido para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba; sua transferência foi autorizada pelo juiz Sergio Moro, que atendeu a um pedido do Ministério Público Federal

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB) foi levado ao Instituto Médico-Legal de Curitiba nesta sexta-feira (19), acorrentado nos pés e algemado nas mãos; Cabral foi examinado antes de ser transferido para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba; sua transferência foi autorizada pelo juiz Sergio Moro, que atendeu a um pedido do Ministério Público Federal
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB) foi levado ao Instituto Médico-Legal de Curitiba nesta sexta-feira (19), acorrentado nos pés e algemado nas mãos; Cabral foi examinado antes de ser transferido para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba; sua transferência foi autorizada pelo juiz Sergio Moro, que atendeu a um pedido do Ministério Público Federal (Foto: Charles Nisz)

Rio 247 - O ex-governador do Rio, Sérgio Cabral (MDB) ,foi levado ao Instituto Médico-Legal de Curitiba nesta sexta-feira, 19 acorrentado e algemado. Cabral foi examinado antes de ser transferido para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

Na quinta-feira, 18, os juízes federais Sérgio Moro, da 13.ª Vara Federal, em Curitiba, e Caroline Vieira Figueiredo, da 7.ª Vara Federal, do Rio, determinaram a remoção do ex-governador para o Paraná por causa de regalias na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, no Rio, onde Cabral estava detido. Segundo o Ministério Público do Rio, Cabral tinha regalias  em Benfica. A 11.ª Promotoria de Investigação Penal fiscalizou o local em 24 de novembro e encontrou ‘alimentos in natura diversos de frutas, como queijos e frios, pó de café, chás e alimentos que necessitavam de preparo com calor dentro da cela’.

O Ministério Público do Rio ajuizou ação civil pública por improbidade administrativa contra o ex-governador, o secretário de administração penitenciária, o subsecretário de gestão penitenciária, os diretores e subdiretores de Bangu VIII e da Cadeia Pública de Benfica em razão do tratamento diferenciado.

Condenado a 87 anos de prisão na Lava Jato, Cabral teve 14 anos e dois meses de reclusão por corrupção e lavagem de dinheiro impostos pelo juiz Sérgio Moro. O ex-governador foi alvo de dois mandados de prisão preventiva em novembro de 2016, um de Moro e outro do juiz federal Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Federal, do Rio, que comanda a Lava Jato no Estado.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247