Após afagos a Dilma, Pezão negocia com Aécio

Acompanhado do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes, o vice Pezão, candidato ao governo do Rio, declarou apoio incondicional após encontro com a presidente Dilma Rousseff, apesar da decisão do PT de lançar o senador Lindbergh Farias em 2014; no entanto, nos bastidores, por intermédio do presidente do Solidariedade, Paulo da Força (SP), deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) ainda negocia abertura do palanque do PMDB ao presidenciável tucano

Acompanhado do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes, o vice Pezão, candidato ao governo do Rio, declarou apoio incondicional após encontro com a presidente Dilma Rousseff, apesar da decisão do PT de lançar o senador Lindbergh Farias em 2014; no entanto, nos bastidores, por intermédio do presidente do Solidariedade, Paulo da Força (SP), deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) ainda negocia abertura do palanque do PMDB ao presidenciável tucano
Acompanhado do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes, o vice Pezão, candidato ao governo do Rio, declarou apoio incondicional após encontro com a presidente Dilma Rousseff, apesar da decisão do PT de lançar o senador Lindbergh Farias em 2014; no entanto, nos bastidores, por intermédio do presidente do Solidariedade, Paulo da Força (SP), deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) ainda negocia abertura do palanque do PMDB ao presidenciável tucano (Foto: Roberta Namour)
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247 – A troca de elogios entre a presidente Dilma Rousseff e o vice-governador Pezão não interromperam a articulação do PSDB no Rio de Janeiro para emplacar o presidenciável Aécio Neves no palanque do PMDB.

Na última quinta-feira, Dilma recebeu o governador Sergio Cabral, o vice Luiz Fernando Pezão e o prefeito Eduardo Paes. No ponto alto do encontro, sinalizou não ter compromisso com a candidatura de Lindbergh Farias, do PT, ao Palácio Guanabara. Segundo relatos de presentes, Dilma afirmou que a candidatura do senador Lindbergh foi "inventada" pelo antecessor. "É plano do Lula", teria dito. A fidelidade foi oficialmente correspondida por Pezão: “Eu tô com ela e não abro. Por mais que o PT no Rio queira fazer essas intrigas, com a gente não tem isso”, afirmou.

No entanto, secretamente, o PMDB do Rio continua a negociar com os tucanos. Leia na nota de Claudio Humberto, do Diário do Poder:

PEZÃO AUTORIZA PMDB DO RIO A NEGOCIAR COM AÉCIO
Apesar de reiterar que apoiam reeleição da presidenta Dilma, o governador Sérgio Cabral e seu candidato à sucessão, Luiz Fernando Pezão, autorizaram dirigentes do PMDB do Rio a negociar o palanque com o tucano Aécio Neves (MG), segundo segredou um deles a esta coluna. Cabral não engole o que chama de “jogo duplo” de Lula, a quem atribui a traição do PT, lançando Lindbergh Farias ao governo.

INTERLOCUÇÃO
Fiel escudeiro de Aécio, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) já conversou com o prefeito Eduardo Paes (RJ) e com o próprio Pezão.

ELO COMUM
O presidente do Solidariedade, Paulo da Força (SP), foi incumbido de incentivar conversas com governo do Rio, do qual seu partido faz parte.

GATO ESCALDADO
Aécio pisa em ovos quando o assunto é um eventual apoio de Cabral e Pezão, de quem teme rasteira no meio do processo, em favor de Dilma.

TEM ATRITOS
Embora incentive negociações com PSDB, o próprio PMDB admite dificuldades devido a ampla aliança, que inclui siglas da base de Dilma.

 

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