Após Justiça liberar retorno das aulas presenciais, professores de SP sinalizam greve

Professores da rede estadual de São Paulo sinalizaram que podem entrar em greve a partir do dia 8 de fevereiro. Liminar que suspendia o retorno das aulas presenciais foi derrubada esta sexta-feira por uma decisão do presidente do TJ-SP

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Professor (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Os professores da rede estadual de educação de São Paulo sinalizaram que podem entrar em greve a partir do dia 8 de fevereiro, data marcada pelo governo estadual para o retorno das aulas presenciais. Possibilidade de paralisação vem na esteira de uma decisão da Justiça paulista, tomada nesta sexta-feira (29), derrubar uma liminar que impedia a volta dos estudantes às salas de aulas. Com a decisão, o retorno poderá acontecer a partir da segunda-feira (1).

Em nota, o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOSP) informou que irá recorrer da decisão judicial, mas que "sinaliza com a deflagração de uma greve a partir do dia 8 de fevereiro". “Não haverá volta às aulas sem segurança aos profissionais da educação. Pelo direito à vida e pela prioridade dos professores na vacinação", diz um outro trecho da nota, de acordo com re´prtage do Agora São Paulo. 

"Não haverá volta às aulas sem segurança aos profissionais da educação. Pelo direito à vida e pela prioridade dos professores na vacinação", diz trecho de nota enviada pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo). A associação diz que "sinaliza com a deflagração de uma greve a partir do dia 8 de fevereiro".

Também em nota, o vice-presidente do Centro do Professorado Paulista (CPP) Silvio do Santos Martins, uma greve caso a decisão pela volta presencial seja mantida e sem que os profissionais da educação sejam vacinados contra a Covid-19.

"Vamos brigar até o fim. Nosso departamento jurídico entrará com medida para derrubar essa insensatez do governador. É uma arbitrariedade e uma irresponsabilidade retornar às aulas com a pandemia em alta e ainda com uma nova variante do vírus", disse Martins. 

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