Ato por Diretas no Rio terá shows de Caetano, Mano Brown e Criolo

Manifestação pela saída de Michel Temer e por eleições diretas que acontecerá no próximo domingo, 28, em Copacabana, no Rio, terá shows de Caetano Veloso, Mano Brown, Maria Gadú, Criolo, Otto, Teresa Cristina, Mart'nália, BNegão e vários outros; ato é organizado pela Frente Brasil Popular, entidades estudantis, pastorais sociais da Igreja Católica, grupos de direitos humanos e associações culturais; 

Manifestação pela saída de Michel Temer e por eleições diretas que acontecerá no próximo domingo, 28, em Copacabana, no Rio, terá shows de Caetano Veloso, Mano Brown, Maria Gadú, Criolo, Otto, Teresa Cristina, Mart'nália, BNegão e vários outros; ato é organizado pela Frente Brasil Popular, entidades estudantis, pastorais sociais da Igreja Católica, grupos de direitos humanos e associações culturais; 
Manifestação pela saída de Michel Temer e por eleições diretas que acontecerá no próximo domingo, 28, em Copacabana, no Rio, terá shows de Caetano Veloso, Mano Brown, Maria Gadú, Criolo, Otto, Teresa Cristina, Mart'nália, BNegão e vários outros; ato é organizado pela Frente Brasil Popular, entidades estudantis, pastorais sociais da Igreja Católica, grupos de direitos humanos e associações culturais;  (Foto: Aquiles Lins)

Rio 247 - A manifestação pela saída de Michel Temer e por eleições diretas que acontecerá no próximo domingo, 28, em Copacabana, no Rio, terá shows de Caetano Veloso, Mano Brown, Maria Gadú, Criolo, Otto, Teresa Cristina, Mart'nália, BNegão e vários outros.

O ato é organizado pela Frente Brasil Popular, entidades estudantis, pastorais sociais da Igreja Católica, grupos de direitos humanos e associações culturais. O ato começa a partir das 11h, na altura da rua Siqueira Campos, e está sendo divulgado nas redes sociais por vídeos gravados como celebridades como os atores Wagner Moura, Fábio Assunção, Lúcio Mauro Filho e Emanuelle Araújo e o humorista e ator Gregório Duvivier.

"A nossa crise é uma crise de legitimidade. não podemos permitir que este Congresso, com mais de 200 deputados investigados eleja o nosso próximo presidente. Este não é um movimento de esquerda, não é de direita, é um movimento pela democracia", afirma Wagner Moura na convocação.

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