Benedita: “Grávidas e lactantes são vítimas da reforma trabalhista”

Na véspera deste 1º de maio, Dia do Trabalhador, a deputada Benedita da Silva (PT-RS) criticou, em vídeo, o fato de a proposta permitir que grávidas trabalhem em lugares insalubres; segundo a congressista, "não é possível que, além de ter a chamada dupla jornada, ter as dificuldades que as mulheres têm, principalmente neste momento, serem obrigadas" executar este tipo de trabalho; assista 

Na véspera deste 1º de maio, Dia do Trabalhador, a deputada Benedita da Silva (PT-RS) criticou, em vídeo, o fato de a proposta permitir que grávidas trabalhem em lugares insalubres; segundo a congressista, "não é possível que, além de ter a chamada dupla jornada, ter as dificuldades que as mulheres têm, principalmente neste momento, serem obrigadas" executar este tipo de trabalho; assista 
Na véspera deste 1º de maio, Dia do Trabalhador, a deputada Benedita da Silva (PT-RS) criticou, em vídeo, o fato de a proposta permitir que grávidas trabalhem em lugares insalubres; segundo a congressista, "não é possível que, além de ter a chamada dupla jornada, ter as dificuldades que as mulheres têm, principalmente neste momento, serem obrigadas" executar este tipo de trabalho; assista  (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - Na véspera deste 1º de maio, Dia do Trabalhador, a deputada federal Benedita da Silva (PT-RS) criticou a reforma trabalhista, rejeitada pela ampla maioria da população e aprovada pelo governo Michel Temer em novembro do ano passado. "Grávidas e lactantes são vítimas da reforma trabalhista do governo ilegítimo e golpista de Michel Temer", reforçou ela no Twitter.

Após dizer em vídeo que o projeto "trouxe grande prejuízo" para os trabalhadores, a parlamentar criticou o fato de a proposta permitir que grávidas trabalhem em lugares insalubres. Segundo a congressista, "não é possível que, além de ter a chamada dupla jornada, ter as dificuldades que as mulheres têm, principalmente neste momento, serem obrigadas" executar este tipo de trabalho.

Pesquisa do instituto Vox Populi a pedido da CUT, apontou que 81% dos brasileiros reprovam o projeto. De acordo com os dados, 67% consideram que a "reforma" só é boa para os patrões e outros 15%, que não é boa para ninguém. Somente 6% aprovam as mudanças, 5% não aprovam nem desaprovam e 8% não souberam ou não responderam. O levantamento foi feito entre 27 e 31 de outubro.

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