Bolsonaro, Marielle e Ágatha: Rock in Rio é o mais politizado da história

Em meio a mensagens pró-diversidade, empoderamento feminino e contra o racismo, o principal alvo das plateias foi o presidente Jair Bolsonaro

247 - A edição de 2019 do Rock in Rio, maior da história em espaço físico e programação, pode ser lembrada por outro superlativo: nunca em suas oito edições nacionais, o maior festival brasileiro, e um dos maiores do mundo, carregou tanto em tintas políticas, seja por parte de artistas que marcaram posição no palco ou por parte do público, que também deu o seu recado. A reportagem é do Portal UOL. 

Em meio a mensagens pró-diversidade, empoderamento feminino e contra o racismo, o principal alvo das plateias foi o presidente Jair Bolsonaro. A exemplo do último Lollapalooza, ele foi lembrado diversas vezes, especialmente em shows de artistas brasileiros.

Ora incentivado por músicos, ora surgindo de forma orgânica, o grito "Ei, Bolsonaro, vai tomar no c*" virou uma espécie de "hino" do público do Rock in Rio, invadindo vários palcos, transmissões e virando trending topic no Twitter.

O protesto veio até em shows com apoiadores do presidente no palco, como na homenagem aos 30 anos do funk feita pela Funk Orquestra, que contou com o cantor Buchecha. A sugestão nada lisonjeira ao político do PSL também ecoou em shows de Alok, Capital Inicial, Emicida, Elza Soares, Detonautas, Iza com Alcione, entre vários outros, incluindo internacionais como Black Eyed Peas e Pink.

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