Bolsonaro: “sou quem melhor encarna a oposição”

Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) diz em artigo já ter sido tachado de homofóbico, racista e estuprador, afirma que muitos teriam a mesma reação no caso Maria do Rosário (PT-RS) e defende a ditadura militar: "devemos acreditar no PT, que rejeita qualquer investigação" no caso Celso Daniel, ou no Exército, que "salvou o país do comunismo em 1964?"

Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) diz em artigo já ter sido tachado de homofóbico, racista e estuprador, afirma que muitos teriam a mesma reação no caso Maria do Rosário (PT-RS) e defende a ditadura militar: "devemos acreditar no PT, que rejeita qualquer investigação" no caso Celso Daniel, ou no Exército, que "salvou o país do comunismo em 1964?"
Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) diz em artigo já ter sido tachado de homofóbico, racista e estuprador, afirma que muitos teriam a mesma reação no caso Maria do Rosário (PT-RS) e defende a ditadura militar: "devemos acreditar no PT, que rejeita qualquer investigação" no caso Celso Daniel, ou no Exército, que "salvou o país do comunismo em 1964?" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Em mais uma de suas polêmicas declarações, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) voltou a defender a ditadura militar. Em artigo publicado na Folha de S. Paulo nesta quinta-feira 18, ele questiona se "devemos acreditar no PT, que rejeita qualquer investigação" no caso Celso Daniel, ou no "Exército, que, impulsionado pela mídia, pela Igreja Católica, pela OAB, por mulheres nas ruas, por empresários e pela maioria esmagadora da Câmara e do Senado salvaram o país do comunismo em 1964?"

Ele diz já ter sido rotulado de homofóbico, racista e de estuprador pela deputada Maria do Rosário (PT-RS), a quem disse recentemente que não estupraria porque ela "não merece". E afirma entender "ser o parlamentar que melhor encarna a dura oposição ao governo do PT". Sobre Maria do Rosário, ele resgata episódio de 2003 em que a petista o chamou de estuprador enquanto ele concedia uma entrevista na qual defendia a redução da maioridade penal, quando ela o chamou de estuprador.

"Minha reação ocorreu num reflexo e, ante a agressão verbal injusta, respondi que não era estuprador, mas que, se fosse, não a estupraria porque ela não merecia. Seguindo-se ofensas recíprocas e a ameaça dela de me dar uma bofetada na cara, reagi defensivamente e a alertei de que, se ela me agredisse, também seria agredida. Tudo isso pode ser comprovado por vídeos na internet".

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