Boulos: "miséria humana de Bolsonaro não tem limites"

Jair Bolsonaro (PSL) atacou o pai da ex-presidente do Chile Michelle Bachelet, torturado e morto pelo regime militar de Augusto Pinochet (1973-1990), respondendo a questionamentos da hoje Alta Comissária para Direitos Humanos da ONU sobre o enfraquecimento da democracia no Brasil

(Foto: Mísia NINJA | Alan Santos/PR)

247 - O cientista político e líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, candidato do PSOL à presidência da República em 2018, pleito em que saiu vitorioso Jair Bolsonaro (PSL), juntou-se na tarde desta quarta-feira (4) às dezenas de autoridades e personalidades que repudiaram as palavras desumanas do líder de extrema-direita contra a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet. Bolsonaro atacou o pai de Bachelet, torturado e morto pelo regime militar de Augusto Pinochet (1973-1990).

Segundo Boulos, "a miséria humana de Bolsonaro não tem limites":

Bolsonaro afirmou, respondendo a questionamentos da hoje Alta Comissária para Direitos Humanos da ONU sobre o enfraquecimento da democracia no Brasil, que a democracia ocidental foi ameaçada por pessoas como ela e seu pai, por ele denominadas "comunistas". Disse que, graças aos militares que eliminaram opositores como o pai de Bachelet, a América Latina preservou a democracia.

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