Cabral tenta anular denúncia, mas Bretas rebate

O juiz Marcelo Bretas rejeitou recurso das defesas do ex-governador do Rio Sérgio Cabral e do empresário Georges Sadala para anular a ação penal que investiga fraudes no serviço do Poupa Tempo. Os advogados entende que, essa ação penal, a 20ª contra Cabral, é "inepta, genérica e vaga", o que impediria os dois de exercer o direito de ampla defesa; de acordo com o magistrado, "não é verdade que a denúncia tenha se baseado apenas nas declarações de colaboradores"; Cabral, recordista em denúncias na Lava Jato, tem penas em primeira instância que ultrapassam os 100 anos

O juiz Marcelo Bretas rejeitou recurso das defesas do ex-governador do Rio Sérgio Cabral e do empresário Georges Sadala para anular a ação penal que investiga fraudes no serviço do Poupa Tempo. Os advogados entende que, essa ação penal, a 20ª contra Cabral, é "inepta, genérica e vaga", o que impediria os dois de exercer o direito de ampla defesa; de acordo com o magistrado, "não é verdade que a denúncia tenha se baseado apenas nas declarações de colaboradores"; Cabral, recordista em denúncias na Lava Jato, tem penas em primeira instância que ultrapassam os 100 anos
O juiz Marcelo Bretas rejeitou recurso das defesas do ex-governador do Rio Sérgio Cabral e do empresário Georges Sadala para anular a ação penal que investiga fraudes no serviço do Poupa Tempo. Os advogados entende que, essa ação penal, a 20ª contra Cabral, é "inepta, genérica e vaga", o que impediria os dois de exercer o direito de ampla defesa; de acordo com o magistrado, "não é verdade que a denúncia tenha se baseado apenas nas declarações de colaboradores"; Cabral, recordista em denúncias na Lava Jato, tem penas em primeira instância que ultrapassam os 100 anos (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio, rejeitou recurso das defesas do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e do empresário Georges Sadala para anular a ação penal que investiga fraudes no serviço do Poupa Tempo. Os advogados, essa ação penal, a 20ª contra Cabral, é "inepta, genérica e vaga", o que impediria os dois de exercer o direito de ampla defesa.

De acordo com o magistrado, "não é verdade que a denúncia tenha se baseado apenas nas declarações de colaboradores, já que, encontra-se assentada sob farto arcabouço probatório, consistente de documentos obtidos em investigações em curso, partir de acordos de colaboração celebrados e de pesquisas realizadas pela acusação que corroboraram a conclusões iniciais da acusação". O relato de Bretas foi publicada na coluna Radar.

Operador do ex-chefe do executivo fluminense, Luiz Carlos Bezerra afirmou que o empresário Georges Sadala foi responsável pelo repasse de ao menos R$ 1,3 milhão de propina à organização criminosa chefiada por Cabral. Ele diz que o dinheiro foi dado em troca de benefícios ao grupo Gelpar Empreendimentos.

 

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