Carnavalesco da Tuiuti: sou um inconformado por natureza

Em entrevista ao jornal O Dia, o carnavalesco da Paraíso do Tuiuti, Jack Vasconcelos, falou sobre o desfile de protesto feito pela escola neste carnaval, e que gerou repercussão mundial; "Tem que se posicionar", declarou "Eu sou um inconformado por natureza, todo artista tem esse inconformismo dentro dele. Se a arte não proporcionar o pensamento, a discussão, ela não tem muita função", disse ainda

Em entrevista ao jornal O Dia, o carnavalesco da Paraíso do Tuiuti, Jack Vasconcelos, falou sobre o desfile de protesto feito pela escola neste carnaval, e que gerou repercussão mundial; "Tem que se posicionar", declarou "Eu sou um inconformado por natureza, todo artista tem esse inconformismo dentro dele. Se a arte não proporcionar o pensamento, a discussão, ela não tem muita função", disse ainda
Em entrevista ao jornal O Dia, o carnavalesco da Paraíso do Tuiuti, Jack Vasconcelos, falou sobre o desfile de protesto feito pela escola neste carnaval, e que gerou repercussão mundial; "Tem que se posicionar", declarou "Eu sou um inconformado por natureza, todo artista tem esse inconformismo dentro dele. Se a arte não proporcionar o pensamento, a discussão, ela não tem muita função", disse ainda (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em entrevista ao jornal O Dia, do Rio de Janeiro, o carnavalesco da Paraíso do Tuiuti, Jack Vasconcelos, falou sobre o desfile de protesto feito pela escola neste carnaval, e que gerou repercussão mundial.

"Eu sou um inconformado por natureza, todo artista tem esse inconformismo dentro dele. Se a arte não proporcionar o pensamento, a discussão, ela não tem muita função", declarou.

"No Carnaval as pessoas liberam aquilo que guardam dentro delas durante o convívio social educado e civilizado no resto do ano. E o Carnaval sempre foi o espaço para esse tipo de ideia, para as pessoas colocarem para fora o que sentem, aquilo que elas querem gritar. E na verdade o que eu sou é uma antena. Vou captando essas ideias, anseios à minha volta e construindo o meu trabalho. Porque o meu trabalho representa uma comunidade, os anseios de parte da população", disse.

"As pessoas precisam aprender a ficar mais espertas ao que chega de informação para elas, que vão comprando ideias e repassando isso como se fosse verdade, sem se dar o trabalho de ouvir outra fonte, ideia ou visão", comentou ainda.

"E esse poder dessa propaganda forte que vai disseminando uma ideia a ser replicada. E nisso as pessoas vão mantendo sistemas que as prejudicam e não percebem. Acho que o desfile desse ano teve esse conceito no seu interior, na sua raiz. Se as pessoas conseguiram perceber isso de alguma forma, valeu a pena".

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