Caso Marielle Franco: Ronnie Lessa e Élcio Queiroz tentam evitar júri popular

Presos sob acusação de serem os executores do assassinato da então vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), os ex-PMs Ronnie Lessa e Élcio Queiroz entraram com recurso para reverter a decisão da 4ª Vara Criminal do Rio de que o caso seja julgado por júri popular

Marielle Franco, Ronnie Lessa e Élcio Queiroz
Marielle Franco, Ronnie Lessa e Élcio Queiroz (Foto: Mídia NINJA | Reprodução)
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247 - Presos sob acusação de serem os executores do assassinato da então vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes em março de 2018, os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio Queiroz entraram com recurso para reverter a decisão da 4ª Vara Criminal do Rio de Janeiro de que o caso seja julgado por júri popular. A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ-RJ) julgará o pedido feito pela defesa, de acordo com informações publicadas pela coluna de Ancelmo Gois, na edição desta terça-feira (16) do jornal O Globo.

Lessa, que morava no mesmo condomínio de Jair Bolsonaro, no Rio de Janeiro, está preso desde março de 2019, acusado de ter efetuado os disparos que mataram Marielle. 

Élcio, acusado de dirigir o carro de onde partiram os disparos, também está preso. Além do caso Marielle, Élcio responde a processo por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.

Ativista de direitos humanos, Marielle foi morta pelo crime organizado. A ex-parlamentar denunciava a violência cometida por policiais nas favelas e a atuação de milícias nas periferias.

Os criminosos seguiram o carro dela por cerca de três quilômetros e assassinaram a então vereadora em um lugar sem câmeras na região central do município do Rio. 

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