Chico Alencar ironiza Temer após envio de forças armadas ao Rio

O deputado federal Chico Alencar ironizou Michel Temer, neste sábado (23), acusado de ser "chefe da quadrilha" do PMDB, conforme consta na denúncia apresentada pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot contra o peemedebista; "Triste ironia: acusado de liderar organização criminosa, Temer autoriza o uso de forças para combater organizações criminosas", afirmou o parlamentar

Apreciação do parecer preliminar referente ao Processo Nº 04/15, representação Nº 04/15, do Solidariedade, em desfavor do dep. Chico Alencar (PSOL/RJ) Data: 03/12/2015. Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Apreciação do parecer preliminar referente ao Processo Nº 04/15, representação Nº 04/15, do Solidariedade, em desfavor do dep. Chico Alencar (PSOL/RJ) Data: 03/12/2015. Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Agência Brasil - O deputado federal Chico Alencar ironizou Michel Temer, neste sábado (23), acusado de ser "chefe da quadrilha" do PMDB, conforme consta na denúncia apresentada pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot contra o peemedebista.

"Triste ironia: acusado de liderar organização criminosa, Temer autoriza o uso de forças para combater organizações criminosas", afirmou o parlamentar. Seu relato foi publicado na coluna Painel, da Folha.

O entendimento do Supremo contraria pedido feito pela defesa de Temer, que pretendia suspender o envio da denúncia para esperar o término do procedimento investigatório, iniciado pela PGR, para apurar ilegalidades no acordo de delação da JBS, além da avaliação de que as acusações se referem a um período em que o presidente não estava no cargo, fato que poderia suspender o envio.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou, por meio do Twitter, que 950 homens das Forças Armadas e dez blindados participarão do cerco a criminosos na Rocinha, no Rio de Janeiro, nesta tarde. Mais cedo, Jungmann, havia informado, em entrevista coletiva, que 700 militares do Exército participariam da ação. 

O pedido para que o Exército participasse da operação foi feito pelo governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão.

*Com Agência Brasil

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