CNJ vai apurar soltura de filho de desembargadora preso com 129 kg de maconha

O Conselho Nacional de Justiça vai apurar a liberação do filho da desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul; Breno Fernando Solon Borges, de 37 anos, foi preso no dia 8 de abril com 129 quilos de maconha e 270 munições, além de uma arma sem autorização; além disso, ele foi apontado como "ajudante operacional" de um dos chefes do tráfico na região

O Conselho Nacional de Justiça vai apurar a liberação do filho da desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul; Breno Fernando Solon Borges, de 37 anos, foi preso no dia 8 de abril com 129 quilos de maconha e 270 munições, além de uma arma sem autorização; além disso, ele foi apontado como "ajudante operacional" de um dos chefes do tráfico na região
O Conselho Nacional de Justiça vai apurar a liberação do filho da desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul; Breno Fernando Solon Borges, de 37 anos, foi preso no dia 8 de abril com 129 quilos de maconha e 270 munições, além de uma arma sem autorização; além disso, ele foi apontado como "ajudante operacional" de um dos chefes do tráfico na região (Foto: Charles Nisz)

Rio 247 - O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou nesta quarta-feira (26) que vai apurar a conduta do desembargador José Ale Ahmad Netto, que mandou soltar na última sexta-feira (21) o filho de uma desembargadora. Identificado como Breno Fernando Solon Borges, de 37 anos, o filho da magistrada Tânia Garcia Freitas foi preso no dia 8 de abril com 129 quilos de maconha e 270 munições, além de uma arma sem autorização.

O corregedor-geral do CNJ, João Otávio de Noronha, determinou que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul informe sobre dois habeas corpus concedidos ao empresário Breno Fernando Solon Borges. O objetivo do corregedor é também saber se houve “atuação indevida” da desembargadora, que é presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul (TRE-MS).

De acordo com as investigações, Breno estaria entre os integrantes de uma organização criminosa especializada no contrabando de armas. Este grupo estaria planejando o resgate de um detento na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande. As investigações apontam que o nome de Breno teria aparecido em um dos celulares apreendidos. Ele iria auxiliar na fuga do preso em Três Lagoas.

 

 

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