Com Picciani, Rio vive parlamentarismo branco

Os movimentos do presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani, na aprovação do projeto de lei que permite a privatização da Companhia de Águas e Esgoto do Rio (Cedae) sinalizaram que o peemedebista está sendo peça-chave nos rumos da recuperação fiscal do estado; o peemedebista assumiu a coordenação política em uma base ainda não muito sólida na Casa; estado vive uma espécie de parlamentarismo branco, até porque o governador Luiz Fernando Pezão está desgastado; TRE pediu sua cassação por abuso de poder, na eleição de 2014

Os movimentos do presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani, na aprovação do projeto de lei que permite a privatização da Companhia de Águas e Esgoto do Rio (Cedae) sinalizaram que o peemedebista está sendo peça-chave nos rumos da recuperação fiscal do estado; o peemedebista assumiu a coordenação política em uma base ainda não muito sólida na Casa; estado vive uma espécie de parlamentarismo branco, até porque o governador Luiz Fernando Pezão está desgastado; TRE pediu sua cassação por abuso de poder, na eleição de 2014
Os movimentos do presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani, na aprovação do projeto de lei que permite a privatização da Companhia de Águas e Esgoto do Rio (Cedae) sinalizaram que o peemedebista está sendo peça-chave nos rumos da recuperação fiscal do estado; o peemedebista assumiu a coordenação política em uma base ainda não muito sólida na Casa; estado vive uma espécie de parlamentarismo branco, até porque o governador Luiz Fernando Pezão está desgastado; TRE pediu sua cassação por abuso de poder, na eleição de 2014 (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - Os movimentos do presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani, na aprovação do projeto de lei que permite a privatização da Companhia de Águas e Esgoto do Rio (Cedae) sinalizaram que o peemedebista está sendo peça-chave nos rumos da recuperação fiscal do estado. O parlamentar assumiu a coordenação política em uma base ainda não muito sólida na Casa.

Para garantir uma forte coalização no Legislativo, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, desistiu da extinção de secretarias, que cairiam das atuais 20 para apenas 12, e deixou as pasta sob a influência de Picciani, o que vai na direção contrária dos cortes previstos pelo ajuste fiscal. Os cargos entregues aos deputados é que garantem os votos necessários para a aprovação das matérias na Casa matéria, com a liderança de Picciani. Está sendo colocado em prática uma espécie de parlamentarismo branco.

Apesar das negociações em torno da votação sobre a venda da Cedae, o deputado Carlos Osorio (PSDB) não concordou com essa contrapartida exigida pela União para emprestar R$ 3,5 bilhões ao estado. Segundo ele, "o valor paga no máximo uma folha e meia de salários". "Não resolve. Vai ter que ter aporte do Tesouro", diz.

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