Combate à corrupção policial é prioridade, afirma general

O general Walter Souza Braga Netto, interventor na segurança federal do Rio, afirmou que pretende fechar o cerco contra oficiais da Polícia Militar responsáveis por batalhões que têm casos de corrupção policial ou com altos índices de criminalidade; tenentes-coronéis poderão ser trocados se não entregarem resultados satisfatórios; "Nossa intenção é fortalecer as corregedorias e tomar providências para que o bom profissional seja profissional e o mau, penalizado", disse ele durante entrevista coletiva no Rio

O general Walter Souza Braga Netto, interventor na segurança federal do Rio, afirmou que pretende fechar o cerco contra oficiais da Polícia Militar responsáveis por batalhões que têm casos de corrupção policial ou com altos índices de criminalidade; tenentes-coronéis poderão ser trocados se não entregarem resultados satisfatórios; "Nossa intenção é fortalecer as corregedorias e tomar providências para que o bom profissional seja profissional e o mau, penalizado", disse ele durante entrevista coletiva no Rio
O general Walter Souza Braga Netto, interventor na segurança federal do Rio, afirmou que pretende fechar o cerco contra oficiais da Polícia Militar responsáveis por batalhões que têm casos de corrupção policial ou com altos índices de criminalidade; tenentes-coronéis poderão ser trocados se não entregarem resultados satisfatórios; "Nossa intenção é fortalecer as corregedorias e tomar providências para que o bom profissional seja profissional e o mau, penalizado", disse ele durante entrevista coletiva no Rio (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O general Walter Souza Braga Netto, interventor na segurança federal do Rio, afirmou que pretende fechar o cerco contra oficiais da Polícia Militar responsáveis por batalhões que têm casos de corrupção policial ou com altos índices de criminalidade. Tenentes-coronéis poderão ser trocados se não entregarem resultados satisfatórios.

"Nossa intenção é fortalecer as corregedorias e tomar providências para que o bom profissional seja profissional e o mau, penalizado", disse ele durante entrevista coletiva no Rio. "Recuperar a capacidade operativa dos órgãos de segurança pública e baixar índices de criminalidade no Estado do Rio, não só na cidade", acrescentou.

O general continuou dizendo que a intenção das Forças Armadas é que, "ao final da intervenção, a credibilidade, o orgulho de ser policial militar e policial civil no Rio de Janeiro tenha um up". "Com isso, recupera-se a credibilidade da instituição segurança pública no Rio de Janeiro".

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