Começa júri de suspeitos de envolvimento na maior chacina da história de SP

Começaram a ser julgados nesta segunda-feira (22) um ex-policial militar e de um GCM (guarda civil municipal), suspeitos de envolvimento na maior chacina da história de São Paulo. Ao todo, 14 foram mortas em Osasco e em Barueri

Viatura da PM-SP
Viatura da PM-SP (Foto: Divulgação)
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247 - Começaram a ser julgados nesta segunda-feira (22) um ex-policial militar e de um GCM (guarda civil municipal), suspeitos de envolvimento na maior chacina da história de São Paulo, em 2015, quando 14 foram mortas e sete ficaram feridas. Os dois queriam supostamente se vingar pelo assassinato de um PM e um guarda, mortos em 7 e 12 de agosto de 2015, em Osasco e em Barueri, respectivamente.

De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), 20 testemunhas de acusação, 16 de defesa, além de quatro "comuns" serão ouvidas em até cinco dias de julgamento, no Fórum de Osasco. Os réus serão os últimos a serem ouvidos pelo corpo de jurados. A informação foi publicada pelo jornal Folha de S.Paulo.

Entre 2017 e 2018, Victor Cristilder Silva dos Santos, 37 anos, ex-cabo da PM, e o guarda Sérgio Manhanã, 48, foram condenados a 94 e a 119 anos de prisão, respectivamente. 

A defesa deles, que negaram envolvimento na chacina, entrou com recurso e o TJ-SP anulou as condenações em 2019, determinando um novo julgamento aos réus.

Segundo o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), a dupla integraria um grupo de extermínio, constituído por agentes de segurança pública.

Além de Santos e Manhanã, o soldado Fabrício Eleutério, então da Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar), e o PM Thiago Henklain, do 42º Batalhão, foram condenados, a 255 e a 247 anos de prisão, respectivamente, em 2017.

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