Comerciantes promovem protestos contra lockdown em BH

Diante do aumento do número de casos e internações após festas de fim de ano, prefeito da capital mineira mantém abertos apenas serviços essenciais. Bares, restaurantes, shoppings e academias estão impedidos de abrir as portas

Alexandre Kalil
Alexandre Kalil (Foto: Amira Hissa/PBH)
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247  - O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD) decretou que, partir desta segunda-feira (11), a capital mineira terá um novo lockdown, após bater três recordes consecutivos na taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 

Segundo reportagem do portal EL País, o endurecimento da quarentena em Belo Horizonte, entretanto, gerou revolta de associações comerciais e empresários, que organizaram protestos em frente à Prefeitura.

Na sexta-feira, 8 de janeiro, cerca de 100 profissionais do setor de educação física e fitness já haviam protestado contra o fechamento de academias. Já nesta segunda, centenas de comerciantes, vendedores, líderes sindicais e representantes de associações fizeram uma marcha para exigir a revogação do decreto. Manifestantes, muitos deles vestidos com camisas verde e amarelo, exibiam cartazes criticando Kalil e pregavam a desobediência civil, gritando em coro que boa parte dos empresários pretende manter suas lojas abertas, à revelia do decreto. Apesar da ameaça de boicote, os comerciantes que desobedeceram a ordem municipal foram exceções, pelo menos na região central.

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