Coronavírus: “emprego arruma outro, a mãe não, a mãe acabou”, diz prefeito de BH

Alexandre Kalil, prefeito de Belo Horizonte, afirma que não pode existir a dicotomia entre salvar o emprego ou salvar a mãe. Ele diz: "Emprego arruma outro, a mãe não, a mãe acabou"

Alexandre Kalil
Alexandre Kalil (Foto: Amira Hissa/PBH)
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247 -  Ao ser indagado sobre o que é pior, perder o emprego ou perder um familiar, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, afirmou: "problema nós teremos. O que não podemos deixar de lembrar é que o governo está há pouco mais de um ano, não tinha coronavírus e estávamos crescendo 1%, com 13 milhões de desempregados."

A reportagem do site DCM ainda destaca outro trecho da fala de Kalil: "então vamos esperar mais um pouco. Essa dificuldade que se tem hoje de ter o cadastro é de desempregados que foram para a informalidade, foram vender pipoca, picolé. Eu tenho uma neta de 1 ano e três vindo. Eu quero ver minhas netas crescerem, não quero morrer. Qual o problema mais grave: perder seu emprego ou perder sua mãe? Emprego arruma outro, a mãe não, a mãe acabou. Isso nem é dicotomia, é tão absurdo que não pode ser tratado como dicotomia."

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