Cozinheira morta na casa dos patrões no Rio pode ter sido estuprada

É o que aponta laudo sobre a morte da doméstica Gilmara da Silva, de 45 anos, que foi asfixiada na casa dos patrões, um casal de idosos, na Freguesia, Zona Oeste do Rio

Cozinheira Gilmara da Silva, de 45 anos
Cozinheira Gilmara da Silva, de 45 anos (Foto: Reprodução)
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247 - A doméstica Gilmara da Silva, de 45 anos, morta na casa dos patrões, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, pode também ter sido violentada sexualmente, aponta laudo sobre o caso. Ela morreu por asfixia mecânica no último dia 30 de julho durante o trabalho.

A delegada responsável pelo caso afirma que, para a hipótese de violência sexual ser confirmada sem dúvida, novos exames ainda serão realizados.

Os familiares da vítima estiveram na manhã desta terça-feira (4) na Delegacia de Homicídios (DH) da Capital, na Barra da Tijuca. Os patrões eram um casal de idosos que moram em Freguesia, Zona Oeste do Rio.

Ela trabalhava na casa há um ano. Glimara tinha sinais de violência no corpo, com marcas no rosto e nas pernas. 

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