Crise faz município do Rio ter forte queda nas receitas

A prefeitura do Rio entrou em num estágio financeiro preocupante, de acordo com o economista Alberto Borges, da Aequus Consultoria; especialista em contas públicas e criador do site Compara Brasil, ele calcula que o Rio perdeu, em termos reais, R$ 812,4 milhões de sua receita corrente líquida (RCL) entre o primeiro quadrimestre deste ano e o de 2016; dados do consultor apontam que a queda da RCL do Rio, de 10%. é a segunda maior, praticamente no mesmo patamar da cidade de Campo Grande (-10,2%)

A prefeitura do Rio entrou em num estágio financeiro preocupante, de acordo com o economista Alberto Borges, da Aequus Consultoria; especialista em contas públicas e criador do site Compara Brasil, ele calcula que o Rio perdeu, em termos reais, R$ 812,4 milhões de sua receita corrente líquida (RCL) entre o primeiro quadrimestre deste ano e o de 2016; dados do consultor apontam que a queda da RCL do Rio, de 10%. é a segunda maior, praticamente no mesmo patamar da cidade de Campo Grande (-10,2%)
A prefeitura do Rio entrou em num estágio financeiro preocupante, de acordo com o economista Alberto Borges, da Aequus Consultoria; especialista em contas públicas e criador do site Compara Brasil, ele calcula que o Rio perdeu, em termos reais, R$ 812,4 milhões de sua receita corrente líquida (RCL) entre o primeiro quadrimestre deste ano e o de 2016; dados do consultor apontam que a queda da RCL do Rio, de 10%. é a segunda maior, praticamente no mesmo patamar da cidade de Campo Grande (-10,2%) (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - A prefeitura do Rio de Janeiro entrou em num estágio financeiro preocupante, de acordo com o economista Alberto Borges, da Aequus Consultoria. Especialista em contas públicas e criador do site Compara Brasil, ele calcula que o Rio perdeu, em termos reais, R$ 812,4 milhões de sua receita corrente líquida (RCL) entre o primeiro quadrimestre deste ano e o de 2016. As informações são do Valor.

O valor representa quase oito vezes mais que a queda da RCL de São Paulo (R$ 105 milhões), embora as receitas da capital paulista sejam o dobro da receita carioca. Em termos percentuais, o declínio corresponde 10%, em meio a uma perda média de 2,7% na receita corrente líquida do conjunto das capitais.

"A perda para o Rio é muito pesada e bem mais acentuada que a de outras capitais", afirma. Dados do consultor apontam que a queda da RCL do Rio é a segunda maior, praticamente no mesmo patamar da de Campo Grande (-10,2%).

Com a queda puxada pela fraca arrecadação de impostos - como ISS, que foi de 15,9%, e do ITBI, de 8,5% - a situação financeiras do Rio afeta um dos indicadores previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Há quatro quadrimestres, o gasto com pessoal estava em 44,28% da RCL, mas está em 51,85% atualmente e ultrapassou o limite de alerta (48,6%), o prudencial (51,3%) e se aproxima do teto (54%) da LRF. "É muita coisa. A turma [na prefeitura] deve estar enfrentando uma situação difícil, de muita restrição, para reduzir custeio e, especialmente, investimentos", diz Borges.

 

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