Crivella autoriza reabertura de shoppings em flexibilização de isolamento

Os shoppings funcionarão em período reduzido, entre 12h e 20h, e terão que seguir um protocolo de controle de pessoas e de higiene, de acordo com decreto publicado pela prefeitura

(Foto: REUTERS/Ricardo Moraes | Marcos Corrêa/PR)
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RIO DE JANEIRO (Reuters) - A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou nesta quarta-feira que os shoppings centers da cidade poderão voltar a funcionar a partir de quinta-feira, em um novo passo da flexibilização das medidas de isolamento social decretadas para conter a disseminação do coronavírus.

A reabertura dos shoppings foi antecipada em relação ao cronograma original do programa de retorno das atividades econômicas da cidade em seis etapas, que previa a volta do funcionamento dos centros comerciais somente a partir da próxima semana.

Os shoppings funcionarão em período reduzido, entre 12h e 20h, e terão que seguir um protocolo de controle de pessoas e de higiene, de acordo com decreto publicado pela prefeitura.

“Os shoppings só podem receber um terço de estacionamento, e praças de alimentação ficam proibidas ainda, seguem fechadas e podem só delivery. Tem um protocolo para acesso, lounge, refeitório e outros”, disse a jornalistas a subsecretária de Vigilância Sanitária, Marcia Rolim.

Ela acrescentou que as áreas de jogos, festas, recreação infantil e eventos seguem fechadas.

“Tem que ter muita informação sobre as regras, como uso de máscara, álcool gel e distanciamento de dois metros. Limpeza permanente e capacitação de pessoas e funcionários”, acrescentou Rolim.

A reabertura gradual das atividades na cidade começou na semana passada e deve ser implementada em seis etapas, que serão concluídas em agosto. Na terça-feira, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Cláudio de Mello Tavares, derrubou liminar que havia barrado a flexibilização da quarentena na cidade e no Estado. [nL1N2DM2DA]

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, defendeu a flexibilização e a antecipação da reabertura dos shoppings. “Estamos com leitos vagos, porque a demanda de pacientes caiu. As curvas clínicas nos dão conforto para abrir antes. É muito importante a manutenção do emprego no momento”, afirmou Crivella.

No Estado, um decreto do governador Wilson Witzel no fim de semana liberou diversas atividades, incluindo partidas de futebol sem público, mas deixou a decisão final para cada uma das 92 prefeituras fluminenses.

O Rio de Janeiro é o segundo Estado mais atingido pela Covid-19 no país, com quase 73 mil casos e quase 7 mil óbitos. Na terça-feira, foram confirmados mais 147 mortes e outros 3.480 casos da doença.

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