Cunha contrata ex-PGR para defendê-lo de acusações

O presidente da Câmara, deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deverá contratar o ex-procurador-Geral da República Antonio Fernando Souza para atuar em sua defesa quanto ao pedido de investigação feito contra ele e diversos outros parlamentares por conta da Operação Lava Jato; o ex-procurador-Geral abriu 141 inquéritos quando esteve à frente da PGR, o triplo da média dos antecessores, e a sua atuação foi decisiva para levar adiante a Ação Penal 470, mais conhecida como "escândalo do mensalão"

O presidente da Câmara, deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deverá contratar o ex-procurador-Geral da República Antonio Fernando Souza para atuar em sua defesa quanto ao pedido de investigação feito contra ele e diversos outros parlamentares por conta da Operação Lava Jato; o ex-procurador-Geral abriu 141 inquéritos quando esteve à frente da PGR, o triplo da média dos antecessores, e a sua atuação foi decisiva para levar adiante a Ação Penal 470, mais conhecida como "escândalo do mensalão"
O presidente da Câmara, deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deverá contratar o ex-procurador-Geral da República Antonio Fernando Souza para atuar em sua defesa quanto ao pedido de investigação feito contra ele e diversos outros parlamentares por conta da Operação Lava Jato; o ex-procurador-Geral abriu 141 inquéritos quando esteve à frente da PGR, o triplo da média dos antecessores, e a sua atuação foi decisiva para levar adiante a Ação Penal 470, mais conhecida como "escândalo do mensalão" (Foto: Paulo Emílio)

247 - O presidente da Câmara, deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deverá contratar o ex-procurador-Geral da República Antonio Fernando Souza para atuar em sua defesa quanto ao pedido de investigação feito contra ele e diversos outros parlamentares por conta da Operação Lava Jato.

Nesta terça-feira (3), a Procuradoria Geral da República (PGR) protocolou 28 pedidos de investigação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) referentes a investigação de um esquema de corrupção na Petrobras. Além de Cunha, outros parlamentares da base aliada e da oposição também devem ser investigados.

O ex-procurador-Geral Antonio Fernando abriu 141 inquéritos quando esteve à frente da PGR. O número é o triplo da média dos antecessores e a sua atuação foi decisiva para levar adiante a Ação Penal 470, mais conhecida como "escândalo do mensalão", quando acusou 40 pessoas, entre elas diversos parlamentares e dirigentes do PT, de integrar um esquema de apoio ao governo.

 

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