Damous: Batochio fez uma sustentação histórica

O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) destacou que chamou de "brilhantismo" da defesa do ex-presidente Lula, representada por José Roberto Batochio no Supremo Tribunal Federal, que aceitou a liminar de defesa do ex-presidente Lula e julgar o mérito do Habeas Corpus no dia 4 de abril; "Foi uma sustentação histórica, uma das maiores sustentações orais que um advogado já produziu aqui no Supremo", disse

O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) destacou que chamou de "brilhantismo" da defesa do ex-presidente Lula, representada por José Roberto Batochio no Supremo Tribunal Federal, que aceitou a liminar de defesa do ex-presidente Lula e julgar o mérito do Habeas Corpus no dia 4 de abril; "Foi uma sustentação histórica, uma das maiores sustentações orais que um advogado já produziu aqui no Supremo", disse
O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) destacou que chamou de "brilhantismo" da defesa do ex-presidente Lula, representada por José Roberto Batochio no Supremo Tribunal Federal, que aceitou a liminar de defesa do ex-presidente Lula e julgar o mérito do Habeas Corpus no dia 4 de abril; "Foi uma sustentação histórica, uma das maiores sustentações orais que um advogado já produziu aqui no Supremo", disse (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) destacou que chamou de "brilhantismo" da defesa do ex-presidente Lula, representada nesta quinta-feira (22) por José Roberto Batochio no Supremo Tribunal Federal, que aceitou a liminar de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e julgar o mérito do Habeas Corpus no dia 4 de abril.

"Foi uma sustentação histórica, uma das maiores sustentações orais que um advogado já produziu aqui no Supremo", disse.

O parlamentar classificou decisão do STF como "técnica e correta". O congressista deixou claro que a decisão não é antecipatória. 

"A decisão é apenas para que se garanta a liberdade do ex-presidente Lula até que o Supremo se pronuncie definitivamente no pedido de habeas corpus, uma vez que o plenário do STF entendeu que não deveria dar prosseguimento hoje", explicou Damous, acrescentando que isso era necessário porque havia "a iminência de ele (Lula) sofrer coação no TRF-4".

 

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