Damous: fica mais claro que Moro era o verdadeiro chefe da Lava Jato

O ex-deputado Wadih Damous (PT-RJ) criticou Deltan Dallagnol, que pretendia fazer estratégias de marketing para a Lava Jato, conforme o Intercept, e pedia conselhos a Sérgio Moro. "A questão não é Moro ter achado 'soberba' ou não a ideia do monumento à Lava Jato, mas a naturalidade com que Dallagnol se aconselhava com ele. Fica mais claro que Moro era o verdadeiro chefe da operação"

(Foto: Gustavo Bezerra)
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247 - O ex-deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) criticou o procurador Deltan Dallagnol após a nova revelação do Intercept Brasil apontar que o chefe da força-tarefa da Lava Jato queria estratégias de marketing para a operação.

"A questão não é Moro ter achado 'soberba' ou não a ideia do monumento à Lava Jato, mas a naturalidade com que Dallagnol se aconselhava com ele. Fica mais claro que Moro era o verdadeiro chefe da operação", escreveu o parlamentar no Twitter.

De acordo com reportagem do Intercept Brasil, em parceria com o jornal Folha de S.Paulo,  o procurador Deltan Dallagnol queria erguer um monumento à Operação Lava Jato. 

"Precisamos de estratégias de marketing. Marketing das reformas necessárias", disse o procurador Deltan Dallagnol em grupo de conversa com colegas em maio de 2016.

O plano do procurador era erguer uma escultura que simbolizasse a operação Lava Jato. 

"A minha primeira ideia é esta: Algo como dois pilares derrubados e um de pé, que deveriam sustentar uma base do país que está inclinada, derrubada. O pilar de pé simbolizando as instituições da justiça. Os dois derrubados simbolizando sistema político e sistema de justiça..."  

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