Damous sobre atentado: Globo e Lava Jato têm responsabilidade nisso

Em declaração à TV 247, o deputado federal diz que o discurso de Jair Bolsonaro "também inspira" o ódio e faz com que "esses bandidos, fascínoras e terroristas" comentam atos como o contra o acampamento em defesa de Lula em Curitiba; Wadih Damous, que também representa Lula como advogado, disse ter tido suas prerrogativas desrespeitadas em duas esferas, como parlamentar e como advogado, quando a juíza Carolina Lebbos impediu uma comissão de deputados entrar na PF e ele, na condição de advogado, visitar o ex-presidente; "Ninguém vai lembrar dela dentro de seis meses, o Lula vai ser lembrado eternamente no Brasil. Ela vai entrar para o lixo da história"; assista

Em declaração à TV 247, o deputado federal diz que o discurso de Jair Bolsonaro "também inspira" o ódio e faz com que "esses bandidos, fascínoras e terroristas" comentam atos como o contra o acampamento em defesa de Lula em Curitiba; Wadih Damous, que também representa Lula como advogado, disse ter tido suas prerrogativas desrespeitadas em duas esferas, como parlamentar e como advogado, quando a juíza Carolina Lebbos impediu uma comissão de deputados entrar na PF e ele, na condição de advogado, visitar o ex-presidente; "Ninguém vai lembrar dela dentro de seis meses, o Lula vai ser lembrado eternamente no Brasil. Ela vai entrar para o lixo da história"; assista
Em declaração à TV 247, o deputado federal diz que o discurso de Jair Bolsonaro "também inspira" o ódio e faz com que "esses bandidos, fascínoras e terroristas" comentam atos como o contra o acampamento em defesa de Lula em Curitiba; Wadih Damous, que também representa Lula como advogado, disse ter tido suas prerrogativas desrespeitadas em duas esferas, como parlamentar e como advogado, quando a juíza Carolina Lebbos impediu uma comissão de deputados entrar na PF e ele, na condição de advogado, visitar o ex-presidente; "Ninguém vai lembrar dela dentro de seis meses, o Lula vai ser lembrado eternamente no Brasil. Ela vai entrar para o lixo da história"; assista (Foto: Gisele Federicce)

Rio 247 – O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) responsabilizou discursos promovidos pela Globo, pela Lava Jato e por Jair Bolsonaro para a promoção do ódio contra o PT e a esquerda, que culminou em atos como o da madrugada deste sábado 28, quando tiros foram disparados contra o acampamento em defesa de Lula em Curitiba, deixando duas pessoas feridas.

O deputado lembra ter lido notícia de que os autores do ataque, quem ele chama de "bandidos, fascínoras e terroristas", gritavam "Bolsonaro" no momento em que atiraram. "Eu até acredito que o Bolsonaro não tenha mandado fazer isso, mas ele inspira isso", comenta. "Aliás, isso dá mostra de como vai ser a eleição em 2018 com a presença de Bolsonaro polarizando o processo eleitoral".

"Sem sombra de dúvida, todo o sistema midiático brasileiro, a começar pelas organizações Globo, tem responsabilidade nisso, em episódios passados e em episódios futuros, porque também criaram esse clima de ódio e intolerância que se consolidou no golpe de 2016. E a própria operação Lava Jato, uma operação fora da lei, fascista, e que também incita o ódio, a intolerância, o desrespeito às leis e à Constituição da República", criticou também.

A Lava Jato, para o parlamentar, "se transformou num Estado dentro do Estado, num tribunal à parte. Ou seja, ela se transformou num tribunal de exceção que põe de joelhos até o Supremo Tribunal Federal". "Eu espero que o STF tenha finalmente percebido isso e comece a enquadrar essa turma de foras da lei", afirma.

Damous conta que, em Curitiba, teve "prerrogativas desrespeitadas em duas esferas, na esfera advocatícia e na esfera parlamentar". "Eu sou advogado do presidente Lula, sou constituído nos autos do processo de execução penal", destaca, lembrando ainda que a juíza Carolina Lebbos também impediu que uma comissão de deputados entrasse nas dependências da Superintendência da Polícia Federal.

Sobre a magistrada, ele faz uma previsão: "Ninguém vai se lembrar dela dentro de seis meses, o Lula vai ser lembrado eternamente no Brasil. Ela vai entrar para o lixo da história". "Acho que ela é despreparada tecnicamente e faz parte do grupo de foras da lei da Lava Jato", prossegue na crítica.

Damous se diz otimista sobre o Primeiro de Maio, que para ele será "histórico", se concentrando na "República nazifascista de Curitiba".

"Vai ser importante, pode marcar uma virada nessa conjuntura", acredita.

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