De olho em vaga no STF, Bretas afirma: “Não sei se sou terrivelmente evangélico, mas sou fiel”

O juiz Marcelo Bretas, da Lava Jato no Rio, voltou a demonstrar interesse de ir para o STF; "Se quero ser ministro do Supremo? Olha, não é meu projeto de vida. Agora, sei que ser ministro do Supremo é uma promoção ao topo da carreira. É o auge, o topo, uma honra. Quem ficaria triste com uma promoção dessa?", declarou; "Não sei se sou terrivelmente, mas sou fiel"

247 - O juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, voltou a demonstrar interesse em ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal.

"Se quero ser ministro do Supremo? Olha, não é meu projeto de vida. Agora, sei que ser ministro do Supremo é uma promoção ao topo da carreira. É o auge, o topo, uma honra. Quem ficaria triste com uma promoção dessa?", declarou Bretas ao jornalista Thiago Prado, da Revista Época. "Não sei se sou terrivelmente, mas sou fiel", acrescentou.

Neste mês de julho, o presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã desta quarta-feira (10) que terá direito a indicar dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e que "um deles será terrivelmente evangélico". 

"Muitos tentam nos deixar de lado dizendo que o estado é laico. O estado é laico, mas nós somos cristãos. Ou para plagiar a minha querida Damares [Alves, ministra]: Nós somos terrivelmente cristãos. E esse espírito deve estar presente em todos os poderes. Por isso, o meu compromisso: poderei indicar dois ministros para o Supremo Tribunal Federal [STF]. Um deles será terrivelmente evangélico", disse o presidente em culto evangélico na Câmara dos Deputados. 

Em junho, o chefe do Planalto voltou a defender, mas de forma pública, um ministro evangélico no STF quando a Corte criminalizou a homofobia.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247