Defensoria Pública do RJ defenderá família de jovem morto em operação policial

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro vai prestar assistência jurídica, nas áreas criminal, cível e administrativa, à família de Alan de Souza Lima, 15 anos, morto em consequência de uma ação de PMs, no dia 20 do mês passado, na Favela da Palmeirinha, em Honório Gurgel, zona norte da cidade; a defesa foi acertada, em reunião no Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh), no centro do Rio, com os pais de Alan, Francisco de Assis e Irene Souza

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro vai prestar assistência jurídica, nas áreas criminal, cível e administrativa, à família de Alan de Souza Lima, 15 anos, morto em consequência de uma ação de PMs, no dia 20 do mês passado, na Favela da Palmeirinha, em Honório Gurgel, zona norte da cidade; a defesa foi acertada, em reunião no Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh), no centro do Rio, com os pais de Alan, Francisco de Assis e Irene Souza
A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro vai prestar assistência jurídica, nas áreas criminal, cível e administrativa, à família de Alan de Souza Lima, 15 anos, morto em consequência de uma ação de PMs, no dia 20 do mês passado, na Favela da Palmeirinha, em Honório Gurgel, zona norte da cidade; a defesa foi acertada, em reunião no Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh), no centro do Rio, com os pais de Alan, Francisco de Assis e Irene Souza (Foto: Leonardo Lucena)

Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro vai prestar assistência jurídica, nas áreas criminal, cível e administrativa, à família de Alan de Souza Lima, 15 anos, morto em consequência de uma ação de policiais militares (PMs), no dia 20 do mês passado, na Favela da Palmeirinha, em Honório Gurgel, zona norte da cidade. A defesa foi acertada hoje (4), em reunião no Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh), no centro do Rio, com os pais de Alan, Francisco de Assis e Irene Souza.

De acordo com a defensoria, o coordenador do Nudedh, Fábio Amado, vai propor acordo extrajudicial para a reparação dos danos materiais e morais pela morte do jovem na operação policial. "Diante das circunstâncias, observo predisposição do estado para arcar com a responsabilidade patrimonial pelo gravíssimo homicídio", esclareceu.

Fábio Amado reconhece que a indenização não cobrirá os danos causados, nem vai reparar as consequências drásticas do crime, mas vai ajudar, no momento, a reduzir os impactos materiais. O defensor acrescentou que Alan era um excelente filho, estudante e também contribuía financeiramente com a família.

Os defensores públicos do núcleo vão acompanhar as investigações da polícia e a sindicância administrativa da corregedoria da Polícia Militar. Eles querem que os PMs envolvidos recebam punição exemplar. Se houver comprovação da responsabilidade, a defensoria pretende pedir a expulsão deles da corporação. Depois que a denúncia for oferecida, os defensores vão se habilitar como assistentes de acusação e estarão presentes à sessão de julgamento pelo júri popular.

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