Defesa garante que Eike chega ao Rio na segunda

Advogados de Eike Batista conversaram com a Polícia Federal neste final de semana e garantiram, por escrito, que o empresário chegará ao Rio na próxima segunda-feira (30) para ser preso; a informação é da coluna de Lauro Jardim; apesar da promessa, a Interpol mantém o alerta vermelho sobre o paradeiro do ex-bilionário; Eike viajou para os EUA, usando um passaporte alemão por sua dupla nacionalidade; segundo a PF, ele praticou lavagem de dinheiro e pagou propina de US$ 16,5 milhões ao ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB), usando a conta Golden Rock no TAG Bank, no Panamá

BRASILIA, DF, BRASIL  21-10-2011 18h40: Empresarrio Eike Batista presidente do Grupo EBX, dá entrevista no Palacio do Planalto após encontro com a presidente Rousseff. Eike disse que deve participar em conjunto com a Faxcom, empresa de Taiwan da fabricaçã
BRASILIA, DF, BRASIL 21-10-2011 18h40: Empresarrio Eike Batista presidente do Grupo EBX, dá entrevista no Palacio do Planalto após encontro com a presidente Rousseff. Eike disse que deve participar em conjunto com a Faxcom, empresa de Taiwan da fabricaçã (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - Os advogados do empresário Eike Batista conversam com a Polícia Federal neste final de semana e garantiram, por escritor, que o ex-bilionário chegará ao Rio de Janeiro na próxima segunda-feira (30) para ser preso. A informação é da coluna de Lauro Jardim. Apesar da promessa, a Interpol mantenha o alerta vermelho sobre o paradeiro do empresário. 

Na última terça-feira (24), Eike viajou para os Estados Unidos, usando um passaporte alemão – ele tem dupla nacionalidade. A defesa do empresário nega que ele soubesse do decreto de prisão e tenha ido para os EUA com o objetivo de escapar da ordem judicial. 

Eike, considerado o empresário mais rico do Brasil em 2012, com uma fortuna estimada em US$ 30 bilhões, foi alvo da Operação Eficiência. da Polícia Federal, que decretou sua prisão. De acordo com as investigações da procuradoria, a ocultação do dinheiro era feita por operadores ligados ao empresário Eike Batista, alvo da Operação Eficiência.

As investigações apontaram que um dos esquemas investigados é o pagamento de uma propina de US$ 16,5 milhões ao ex-governador pelo empresário Eike Batista e pelo vice-presidente do Flamengo, Flávio Godinho, do grupo EBX, usando a conta Golden Rock no TAG Bank, no Panamá. A propina foi paga a pedido da Cabral.

Paradar uma aparência de legalidade à negociação, foi feito um contrato de fachada para a compra de uma mina de ouro entre a empresa Centennial Asset Mining Fuind Llc, holding de Batista, e a empresa Arcadia Associados.

Eike, Godinho e Cabral também são suspeitos de terem tentado atrapalhar as investigações. 

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