Delator diz que secretário de Cabral pediu propina para o TCE

Clóvis Renato Primo, ex-executivo da construtora Andrade Gutierrez, afirmou à Lava Jato que houve um pedido de Wilson Carlos, então secretário de Governo da gestão Sérgio Cabral, para pagar, a título de propina, 1% do valor da obra de reforma do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014, que seria destinado ao então presidente do TCE, o conselheiro José Maurício Nolasco; no TCE, 21 dos 22 processos relativos à reforma estão parados no tribunal

Clóvis Renato Primo, ex-executivo da construtora Andrade Gutierrez, afirmou à Lava Jato que houve um pedido de Wilson Carlos, então secretário de Governo da gestão Sérgio Cabral, para pagar, a título de propina, 1% do valor da obra de reforma do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014, que seria destinado ao então presidente do TCE, o conselheiro José Maurício Nolasco; no TCE, 21 dos 22 processos relativos à reforma estão parados no tribunal
Clóvis Renato Primo, ex-executivo da construtora Andrade Gutierrez, afirmou à Lava Jato que houve um pedido de Wilson Carlos, então secretário de Governo da gestão Sérgio Cabral, para pagar, a título de propina, 1% do valor da obra de reforma do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014, que seria destinado ao então presidente do TCE, o conselheiro José Maurício Nolasco; no TCE, 21 dos 22 processos relativos à reforma estão parados no tribunal (Foto: Roberta Namour)

247 – O delator Clóvis Renato Primo, ex-executivo da construtora Andrade Gutierrez, afirmou que o Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ), está envolvido no esquema de propinas pagas pelo consórcio responsável pela reforma do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014.

Segundo reportagem do Globo, Primo disse que houve um pedido de Wilson Carlos, então secretário de Governo da gestão Sérgio Cabral, para pagar, a título de propina, 1% do valor da obra, que seria destinado ao então presidente do TCE, o conselheiro José Maurício Nolasco.

O delator autorizou o pagamento, mas disse que não tem certeza de que o repasse efetivamente aconteceu.

No TCE, 21 dos 22 processos relativos à reforma do Maracanã para a Copa estão parados no tribunal. As auditorias, por exemplo, pediam o estorno de repasses indevidos ao consórcio da obra, no valor total de R$ 93 milhões (leia aqui).

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