Delegados da Polícia Civil do Rio fazem paralisação

Delegados da Polícia Civil do Rio de Janeiro fazem uma paralisação de oito horas para protestar pelo pagamento integral de salários e por melhores condições de trabalho; de acordo com o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro (Sindelpol), a manifestação deve se estender até as 16h; aém do atraso e não pagamento integral dos salários, de acordo com o Sindelpol, as condições de trabalho desses profissionais são precárias

Delegados da Polícia Civil do Rio de Janeiro fazem uma paralisação de oito horas para protestar pelo pagamento integral de salários e por melhores condições de trabalho; de acordo com o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro (Sindelpol), a manifestação deve se estender até as 16h; aém do atraso e não pagamento integral dos salários, de acordo com o Sindelpol, as condições de trabalho desses profissionais são precárias
Delegados da Polícia Civil do Rio de Janeiro fazem uma paralisação de oito horas para protestar pelo pagamento integral de salários e por melhores condições de trabalho; de acordo com o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro (Sindelpol), a manifestação deve se estender até as 16h; aém do atraso e não pagamento integral dos salários, de acordo com o Sindelpol, as condições de trabalho desses profissionais são precárias (Foto: Leonardo Lucena)

Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

Delegados da Polícia Civil do Rio de Janeiro fazem nesta segunda-feira (27) uma paralisação de oito horas para protestar pelo pagamento integral de salários e por melhores condições de trabalho. Segundo o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro (Sindelpol), a manifestação deve se estender até as 16h.

Além do atraso e não pagamento integral dos salários, de acordo com o Sindelpol, as condições de trabalho desses profissionais são precárias.

Os servidores estão distribuindo cartas à população para explicar a paralisação. No documento, os delegados dizem que falta água, papel, impressora e faxina nas delegacias e no Instituto Médico-Legal (IML). A carta informa ainda que os sistemas de inteligência e bancos de dados estão com funcionamento ameaçado.

 

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