Dono da Carioca cita R$ 52 mi a Cunha e diz querer ‘limpar passado’

Em sua delação premiada, Ricardo Pernambuco Júnior apontou R$ 52 milhões de propina ao presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) sobre operações do FI-FGTS e repasse de R$ 1 milhão, em 2011, ao então tesoureiro do PT João Vaccari Neto para ‘inclusão da empresa na lista de convidadas de obras da Petrobras’; segundo ele o acordo na Lava Jato é uma oportunidade de a “Carioca limpar o seu passado e traçar um caminho brilhante para o futuro”

Em sua delação premiada, Ricardo Pernambuco Júnior apontou R$ 52 milhões de propina ao presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) sobre operações do FI-FGTS e repasse de R$ 1 milhão, em 2011, ao então tesoureiro do PT João Vaccari Neto para ‘inclusão da empresa na lista de convidadas de obras da Petrobras’; segundo ele o acordo na Lava Jato é uma oportunidade de a “Carioca limpar o seu passado e traçar um caminho brilhante para o futuro”
Em sua delação premiada, Ricardo Pernambuco Júnior apontou R$ 52 milhões de propina ao presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) sobre operações do FI-FGTS e repasse de R$ 1 milhão, em 2011, ao então tesoureiro do PT João Vaccari Neto para ‘inclusão da empresa na lista de convidadas de obras da Petrobras’; segundo ele o acordo na Lava Jato é uma oportunidade de a “Carioca limpar o seu passado e traçar um caminho brilhante para o futuro” (Foto: Roberta Namour)

247 - Um dos delatores da Operação Lava Jato, o empresário Ricardo Pernambuco Júnior, dono da Carioca Engenharia, afirmou que decidiu fechar acordo de delação premiada com a Operação Lava Jato para ‘limpar o passado’.

Em seus depoimentos, ele apontou R$ 52 milhões de propina ao presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) sobre operações do FI-FGTS e repasse de R$ 1 milhão, em 2011, em ‘espécie’ao então tesoureiro do PT João Vaccari Neto para ‘inclusão da empresa na lista de convidadas de obras da Petrobras’.

Segundo ele, partir de novembro de 2014, com a fase da Lava Jato de maior publicidade, envolvendo as empreiteiras, ficou muito preocupado com os destinos da Carioca’.

“O depoente levou esse incômodo e essa sua decisão a seu pai; que então tiveram uma conversa muito franca e, em vista do momento, o depoente entendia que era a oportunidade de a Carioca limpar o seu passado e traçar um caminho brilhante para o futuro”, afirmou Pernambuco Júnior.

Leia aqui reportagem de Fausto Macedo sobre o assunto.

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