Dornelles recebeu R$ 9 mi para abafar CPI, diz delator

Em delação premiada na Lava Jato, o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) denunciou pagamento de propina ao governador interino do Rio de Janeiro, Francisco Dorneles (PP-PE) para abafar a CPI da Petrobras que foi aberta em 2009 pelo Senado; pagamento teria sido feito pela Queiroz Galvão por determinação da diretoria de Renato Duque na Petrobras; declarações são "absurdas e ridículas", defendeu-se Dornelles

Em delação premiada na Lava Jato, o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) denunciou pagamento de propina ao governador interino do Rio de Janeiro, Francisco Dorneles (PP-PE) para abafar a CPI da Petrobras que foi aberta em 2009 pelo Senado; pagamento teria sido feito pela Queiroz Galvão por determinação da diretoria de Renato Duque na Petrobras; declarações são "absurdas e ridículas", defendeu-se Dornelles
Em delação premiada na Lava Jato, o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) denunciou pagamento de propina ao governador interino do Rio de Janeiro, Francisco Dorneles (PP-PE) para abafar a CPI da Petrobras que foi aberta em 2009 pelo Senado; pagamento teria sido feito pela Queiroz Galvão por determinação da diretoria de Renato Duque na Petrobras; declarações são "absurdas e ridículas", defendeu-se Dornelles (Foto: Gisele Federicce)

247 – O ex-deputado pelo PP de Pernambuco Pedro Corrêa afirmou, em delação premiada na Lava Jato, que o governador interino do Rio de Janeiro, Francisco Dorneles (PP), recebeu propina de R$ 9 milhões para abafar a CPI da Petrobras aberta pelo Senado em 2009.

O pagamento teria sido feito pela Queiroz Galvão por determinação da diretoria de Renato Duque na Petrobras. Segundo reportagem do Estadão deste sábado, Corrêa contou ter tentado confirmar o pagamento a Dornelles, mas o senador negou "veementemente" ter recebido o dinheiro.

A confirmação veio na prisão, quando Corrêa cumpria pena no Complexo Médico de Pinhais, no Paraná, durante a Operação Lava Jato. Renato Duque, ex-diretor da Serviços da Petrobras, disse ao ex-deputado que o pagamento foi efetuado pela Queiroz Galvão a pedido de sua diretoria.

Em nota, Dornelles classificou as declarações de "absurdas e ridículas".

A reportagem diz ainda que os R$ 10 milhões que Corrêa também revelou terem sido pagos ao tucano Sérgio Guerra, já falecido, com o mesmo propósito saíram, assim como o dinheiro de Dornelles, de uma cota de R$ 37 milhões em propina que a Queiroz Galvão teria com o PP em função da construção da Refinaria Abreu e Lima (Rnes), da Petrobras em Pernambuco.

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