Eduardo Cunha promete apoio a nova CPI em 2015

Favorito na disputa pela presidência da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz que irá apoiar a instauração de uma nova Comissão Parlmamentar no próximo ano; “Ninguém controla CPI se tiver fatos que sejam relevantes, que extrapolem os limites”, diz ele; deputado não demonstra receio com as suspeitas de que teria ligações com Fernando Baiano, lobista do PMDB, que está foragido e representa mais um fator de tensão no campo político

Favorito na disputa pela presidência da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz que irá apoiar a instauração de uma nova Comissão Parlmamentar no próximo ano; “Ninguém controla CPI se tiver fatos que sejam relevantes, que extrapolem os limites”, diz ele; deputado não demonstra receio com as suspeitas de que teria ligações com Fernando Baiano, lobista do PMDB, que está foragido e representa mais um fator de tensão no campo político
Favorito na disputa pela presidência da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz que irá apoiar a instauração de uma nova Comissão Parlmamentar no próximo ano; “Ninguém controla CPI se tiver fatos que sejam relevantes, que extrapolem os limites”, diz ele; deputado não demonstra receio com as suspeitas de que teria ligações com Fernando Baiano, lobista do PMDB, que está foragido e representa mais um fator de tensão no campo político (Foto: Leonardo Attuch)

Rio 247 - Em entrevista ao Canal Livre, da Rede Bandeirantes, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), favorito para presidir a Câmara dos Deputados a partir de 2015, prometeu apoiar uma nova CPI sobre a Petrobras.

“Alguém tem dúvidas de que esse escândalo é um escândalo que ainda vai ter filhotes por muitos anos? É uma situação absolutamente inédita. Você chegou a um nível de corrupção que nós não tivemos conhecimento em nenhum outro momento da história do país”, disse ele. “Ninguém controla CPI se tiver fatos que sejam relevantes, que extrapolem os limites.”

Cunha também mandou recados para o Palácio do Planalto, que resiste a sua candidatura. “Estamos com a discussão da meta do superávit primário agora. É um tema delicado, que todos vão ter que, de uma certa forma, encontrar uma cooperação. E várias outras atividades ou demandas parlamentares vão acontecer”, afirmou.

Em seguida, ele fez uma indagação. “O governo vai fazer uma disputa dentro da sua própria base, para tentar derrotar uma candidatura do líder do PMDB, que continuará líder do PMDB no primeiro dia depois da eleição?”

 

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