‘Ela nunca comentou nada sobre ataques ou ameaças’, diz vereadora amiga de Marielle

Companheira de partido da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), a historiadora Talíria Petrone afirmou que a amiga "até então nunca tinha se queixado em conversas, ou mesmo em eventos do partido, de que teria sofrido qualquer tipo de ameaça, seja verbal, por telefone ou pelas redes sociais"; Talíria não descartou, no entanto, que o trabalho e a militância da amiga possam ter sido a causa do homicídio

Companheira de partido da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), a historiadora Talíria Petrone afirmou que a amiga "até então nunca tinha se queixado em conversas, ou mesmo em eventos do partido, de que teria sofrido qualquer tipo de ameaça, seja verbal, por telefone ou pelas redes sociais"; Talíria não descartou, no entanto, que o trabalho e a militância da amiga possam ter sido a causa do homicídio
Companheira de partido da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), a historiadora Talíria Petrone afirmou que a amiga "até então nunca tinha se queixado em conversas, ou mesmo em eventos do partido, de que teria sofrido qualquer tipo de ameaça, seja verbal, por telefone ou pelas redes sociais"; Talíria não descartou, no entanto, que o trabalho e a militância da amiga possam ter sido a causa do homicídio (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - Companheira de partido da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e única mulher eleita para a Câmara Municipal de Niterói na última eleição, a historiadora Talíria Petrone afirmou que a amiga nunca tinha relatado ameaças ou ataques contra ela.

"As investigações estão abertas e não dá para saber nada agora. Ela era muito minha amiga e até então nunca tinha se queixado em conversas, ou mesmo em eventos do partido, de que teria sofrido qualquer tipo de ameaça, seja verbal, por telefone ou pelas redes sociais", disse Talíria ao Globo.

"Ela nunca comentou nada a respeito de ataques ou ameaças. Nesse dia, numa agenda intensa, falamos rapidamente sobre a dificuldade de haver poucas mulheres no partido para ajudar na causa que temos em comum: da mulher negra, da favela, feminista", acrescentou.

Talíria não descartou, no entanto, que o trabalho e a militância da amiga possam ter sido a causa do homicídio, mas negou que o crime tenha ligação com represálias na área onde militou durante sua trajetória política, o Complexo da Maré.

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